CASO BEATRIZ

Participação da família é importante para elucidar crime, diz delegada

Delegada Gleide Ângelo viaja para Petrolina nesta terça-feira para dar início às investigações. Beatriz Mota, 7, foi morta a facadas no fim de 2015

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Publicado em 03/01/2017 às 6:47
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Foto: Reprodução/ Facebook

Cerca de um mês depois de ser designada para o caso, a delegada Gleide Ângelo viaja pela segunda vez à Petrolina, no Sertão do Estado, nesta terça-feira (3), para apurar informações sobre a morte da menina Beatriz Mota, morta a facadas no fim de 2015 durante uma festa de formatura.

Mais de um ano depois, o caso segue sem esclarecimentos. As últimas informações datam de setembro do ano passado, quando foi feita a divulgação de imagens de um possível suspeito de ter praticado o crime. Devido à demora na elucidação, a família defendeu a entrada da Polícia Federal no caso.

Em 13 de dezembro de 2016, o Ministério Público de Pernambuco passou os 13 volumes do inquérito sobre o caso para a delegada Gleide Ângelo avaliar. O delegado Marceone Ferreira, que estava à frente das investigações, continua a integrar a equipe.

Para a delegada Gleide Ângelo, todo crime possui uma motivação e a participação da família e de pessoas próximas é fundamental para o desfecho do caso. “Tudo tem uma motivação. Para eu saber a motivação eu preciso saber o que aconteceu. Quem pode nos informar tudo? No caso, como é uma criança, os pais. Para mim, são as pessoas mais importantes para que a gente comece (as investigações)”, destacou.

Ela fala da dificuldade de trabalhar com recursos escassos no Estado.

Confira os detalhes na reportagem de Carol Santos:

Relembre o caso

A criança, que tinha 7 anos, foi morta com 42 facadas na festa da formatura de segundo grau da irmã, que ocorreu no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em 10 de dezembro de 2015. A criança havia pedido a mãe para ir beber água e após meia hora foi encontrada sem vida no depósito de materiais esportivos abandonado da instituição de ensino.

Quem tiver informações sobre o caso pode ligar para o Disk Denúncia Agreste que atende pelo telefone 81 3719-4545 repetindo 81 3719-4545.

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