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Mulher perde benefício da prisão domiciliar após fugir com a filha

Isabela Maria, que cumpria prisão domiciliar após ser condenada pela morte da mãe, se entregou na tarde desta quarta-feira (4) com a filha

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Publicado em 04/01/2017 às 14:47
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Foto: Reprodução/ TV Jornal


A mulher que estava foragida há quatro dias após romper a tornozeleira eletrônica durante a prisão domiciliar já voltou à Colônia Penal Feminina. A assessoria de imprensa da Secretaria de Ressocialização de Pernambuco (Seres) ainda não informou onde a mulher se apresentou.

Isabela Maria Pereira de Souza, de 25 anos, que estava presa por ter matado a própria mãe, foi liberada para cumprir a pena em casa para cuidar da filha recém-nascida e estava foragida desde o último domingo. Ela se entregou com a filha, na tarde desta quarta-feira (4).

Isabela foi solta no início de dezembro do ano passado para cuidar da filha, mas usava tornozeleira eletrônica de monitoramento. Ela morava com o marido, Romildo de Souza, de 48 anos, e retirou a tornozeleira antes de fugir com o bebê no dia 1º de janeiro.

Antes de se entregar à polícia, o promotor de Justiça da Vara de Execuções Penais de Pernambuco, Marcellus Ugiette, explicou que a situação era estranha, já que a mulher já estava há um mês em casa. “Nós temos a versão do companheiro dela, que tinha saído para buscar ração para um animal na casa da ex-namorada e quando voltou ela tinha ido embora. Ela teria dito a uma pessoa que estava na casa que não aguentava mais e queria ir embora”, contou.

Confira os detalhes na reportagem de Jéssica Lima:

Benefício perdido

Por causa da desobediência disciplinar, o promotor pediu a suspensão da prisão domiciliar com expedição de mandado de prisão contra Isabela.

Confira a nota completa da Seres

A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) informa que a reeducanda Isabela Maria Pereira de Souza se apresentou, na tarde desta quarta-feira (4), na sede da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), no bairro do Recife. De posse do mandado de prisão, agentes da Seres encaminharam a reeducanda à Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR).

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