ENTREVISTA

Ministro alega que UPA com dois médicos é medida para ajudar população

Ricardo Barros esclarece que agora as UPAs podem funcionar com número mínimo de dois médicos e que o objetivo diminuir os custos e aumentar número de unidades abertas

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Publicado em 05/01/2017 às 9:15
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Foto: Agência Brasil


Em meio a críticas em todo o país sobre a possibilidade de que UPAs funcionem com a presença de apenas dois médicos, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, falou com a Rádio Jornal nesta quinta-feira (05) esclareceu que na verdade a medida é uma alternativa para ajudar as prefeituras que estão com dificuldades financeiras e aumentar o número de unidades abertas. O ministro alega que o Brasil hoje tem 530 Unidades de Pronto Atendimento em funcionamento, mais de 500 em construção e dessas pelo menos 340 já estão prontas e aptas a funcionar, porém não estão abertas porque a exigência mínimia de custo é muito alta. Como o prefeito não tem recursos suficientes, acaba mantendo a unidade fechada. "As UPAS estão fechadas e, para poderem abrir, nós flexibilizamos. Eu estou dando autonomia aos gestores municipais e estaduais para cada um escolher o tamanho da equipe que vai colocar na UPA."

Ouça aqui a entrevista completa que o comunicador Geraldo Freire fez com o ministro da saúde na Primeira Página:



O ministro defende que cada prefeito sabe os recursos que tem, então vai ser ele que definirá qual a estrutura que pode ou não financiar e que tem ou não capacidade financeira de adotar, que pode ser uma equipe de apenas dois médicos ou mais. "A regra agora é que cada prefeitura escolha que estrutura quer colcoar na sua UPA e dentro da sua possibilidade de financiamento. Se a exigência mínima é de plantao de 24 ahoras, para isso dois médicos seriam a estrututa mínima. ", explica.

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