SEGURANÇA

Secretário da SDS rebate presidente de Associação de Cabos e Soldados

O secretário Angelo Gioia disse que, com base no estatuto das associações, “as associações não têm legitimidade para confrontar o Estado e discutir salário"

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Publicado em 09/01/2017 às 18:18
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Secretário Angelo Gioia criticou as declarações do presidente da Associação de Cabos
e Soldados - Foto: Acervo/ JC Imagem

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Angelo Gioia, rebateu o comentário do presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), Alberisson Carlos, e disse que não há diferença no tratamento das Polícias Civil e Militar.

Segundo ele, o que aconteceu é que houve a antecipação das agendas, que só aconteceriam em abril. Ele falou ainda sobre a falta de espaço para as associações participarem das negociações entre Polícia Militar e Governo do Estado. “Essa é uma discussão que ocorre entre governo e comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. As associações foram chamadas pelos comandantes e não quiseram participar como poderiam participar desse processo”, comentou.

Confira a entrevista completa:

De acordo com o secretário, com base no estatuto das associações, “as associações não têm legitimidade para confrontar o Estado e discutir salário”. “Ainda assim, os comandos militares abriram as portas para que elas fossem ouvidas. Só que a partir do que eles denominam de greve branca, operação padrão, operação legal, como se a polícia agisse na ilegalidade, como se a polícia antes desse movimento não tivesse padrão de atuação, então é simplesmente isso que não se permite mais”, comentou.

Acidente com viatura

Angelo Gioia criticou ainda o comentário de Alberisson Carlos sobre o acidente com a viatura da Polícia Militar, que matou duas pessoas, de que se o veículo estivesse em boas condições o acidente poderia ter sido evitado. A ACS, dentro da pauta de negociações, critica a estrutura da PM. “Você buscar nesse tipo de evento argumento para dizer que ‘é por isso que nós estamos fazendo operação padrão’, esse é oportunismo barato de quem buscou e busca promoção pessoal e que muitas vezes se serve da categoria policial em sua esmagadora maioria honesta, trabalhadora, que continua trabalhando”, atacou o secretário.

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