INVESTIGAÇÕES

Cabo da PM baleado em tiroteio em Campo Grande identifica suspeitos

Cabo da PM foi baleado em um tiroteio no bairro de Campo Grande, que deixou um homem morto. Em vídeo que circulas nas redes, policial aponta atiradores

Rádio Jornal
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Publicado em 09/03/2017 às 16:48

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O chefe da Polícia Civil de Pernambuco, o delegado Joselito Kehrle, afirmou que o cabo do 16º Batalhão de Polícia Militar que estava em um carro que foi atingido por vários tiros na manhã desta quinta-feira (9), em Campo Grande, na Zona Norte do Recife, já está nas ruas ajudando a identificar e capturar os suspeitos. Na ação, um homem que dirigia o carro foi morto.

O cabo Eduardo Leite da Silva, de 38 anos, prestou depoimentos na tarde desta quinta-feira no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. A esposa dele, que não foi atingida por nenhum dos disparos, também foi ouvida.

Quatro suspeitos que estariam em uma caminhonete teriam atirado mais de 30 vezes contra o veículo onde estava o policial militar. O PM levou um tiro de raspão na testa e outro na nuca e permanece com o projétil alojado no pescoço porque a retirada traria complicações ao cabo.

Em um vídeo que vazou nas redes sociais, o cabo da Polícia Militar disse reconhecer os atiradores. Para proteger a vítima e não atrapalhar as investigações, apenas um trecho do áudio do vídeo será disponibilizado:

Segundo o chefe da Polícia Civil, as informações do crime em Campo Grande ainda são preliminares. “As equipes estão trabalhando com um sobrevivente e a nossa intenção maior agora é identificar e capturar”, disse o delegado.

A repórter Marcela Maranhão tem as informações:

O repórter da TV Jornal Adúlccio Lucena tem outras informações:

As vítimas

O cabo da Polícia Militar, que foi ferido de raspão no rosto, estava com a esposa no momento do atentado. Na ação, um homem foi atingido pelos tiros de fuzil que foram disparados contra o veículo e morreu.

O repórter Erick França acompanhou o caso:

Quem dirigia o veículo e morreu na ação era um homem identificado como Luciano Pereira da Silva, conhecido por Lúcio da Bomba, de 38 anos. Ele chegou a ser transferido para o Hospital da Restauração, mas não resistiu. Segundo informações preliminares, Lúcio da Bomba teria uma vasta ficha criminal, com passagens pela polícia inclusive por homicídio.