
Mesmo em meio a greve dos professores, a movimentação em escolas estaduais foi intensa nesta sexta-feira (17) na Região Metropolitana do Recife. A paralisação chegou ao segundo dia contra a reforma da Previdência e também em defesa da lei do piso nacional do magistério.
Os professores das redes estadual e municipal de ensino pedem também reajuste médio de 8,6% nos salários, a unificação dos pisos e pagamento de vale alimentação.
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Na Zona Sul do Recife, o Complexo Santos Dumont, formado por quatro escolas, teve funcionamento parcial. Das quatro unidades, três estaduais abriram as portas nesta sexta, e apenas uma municipal não funcionou. Os alunos compareceram as aulas e comentaram o período de greve.
Algumas escolas municipais também aderiram à greve. A coordenadora geral do Sindicato dos Professores do Recife, Simone Fontana, faz um balanço parcial da paralisação nas escolas municipais e detalha quais próximos passos da categoria. “Dia 20 a gente vai fazer uma assembleia para avaliar os próximos passos”, disse.
Os detalhes na reportagem de Thales Kirion:
Governo avalia

De acordo com a Secretaria de Educação do Estado, nesta quinta-feira (16), apenas 13% das escolas estaduais funcionaram. No Recife, 10% das instituições de ensino do município aderiram à greve e quase 50% das escolas municipais de Olinda não funcionaram nesta quinta, segundo dados das secretárias municipais de educação.