LISTA DE FACHIN

Jarbas Vasconcelos nega propina e caixa dois: "recebi doações legais"

Ex-governador diz que está "preparado" para se defender. Jarbas Vasconcelos diz que "propina é uma coisa, doação é outra completamente diferente".

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Publicado em 12/04/2017 às 8:21
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Integrante da lista de Fachin, como ficou conhecida a abertura dos inquéritos pelo Supremo Tribunal Federal contra políticos com foro privilegiado, o ex-deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse que não recebeu propina, mas sim doações legais. As declarações foram dadas na manhã desta quarta-feira (12), ao comunicador Geraldo Freire, da Rádio Jornal.

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ATROPELOS

De acordo com o ex-governador, não foi propina: "A acusação é que recebi propina. O que recebi foram doações que estão registradas na justiça eleitoral. É uma posição muito desagradável pra o homem público. Propina é uma coisa, doação é outra completamente diferente", declarou.

Jarbas afirma que não levará o caso para a Justiça e que está pronto para se defender: "Estou preparado para enfrentar isso. Não é uma coisa boa, mas a vida é isso mesmo. Esses atropelos precisam ser enfrentados", disse.

Além de Jarbas, outros sete pernambucanos estão na Lista de Fachin. São eles, o ministro Bruno Araújo (PSDB), os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB) e Humberto Costa (PT), os deputados federais Betinho Gomes (PSDB), o ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago (ex-PDT, hoje PSOL) e o ex-prefeito do Cabo, Vado da Farmácia (ex-PSB, hoje sem partido).

O secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, e o ex-deputado José Chaves também foram citados no documento. Eles são investigados em desdobramentos que envolvem processo como o da Operação Flair Play.

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