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Não me sinto bem, diz Givanildo após nova derrota do Santa Cruz

Comandante coral afirmou que a sequência negativa do Santa Cruz, de seis derrotas, nunca aconteceu em sua carreira

Rádio Jornal
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Publicado em 26/08/2017 às 18:51
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O técnico Givanildo Oliveira afirmou que 'não se sente bem' após a sexta derrota consecutiva do Santa Cruz na Série B, diante do CRB no Arruda, neste sábado (26), pelo placar de 2x1. O comandante também afirmou que a sequência negativa vivida pela clube coral nunca aconteceu na sua carreira, e descartou a possibilidade de pedir demissão.

"Era um jogo que tínhamos que ganhar, saber ser inteligente para ter ganho o jogo. Saímos na frente, mas aconteceu do CRB virou o jogo. O primeiro o cara acertou um chute daquele mas ninguém diminuiu o espaço, no segundo houve uma falha. Claro, fico triste e chateado. Na minha vida nunca aconteceu isso, de fazer oito jogos e empatar um. Não me sinto bem, mas é vida que segue", disse Givanildo.

Confira a coletiva de Givanildo Oliveira na íntegra

Sobre o potencial do grupo de jogadores, Givanildo se demonstrou confiante e disse que, se permitirem, ele fica até o final do certame. "Eu acredito. Nós treinadores somos teimosos. A não ser que o presidente e a direção do Santa Cruz queira me mandar embora. É uma coisa que acontece no futebol. Se me deixarem eu fico até o fim", comentou.

A sequência negativa do tricolor foi ressaltada pelo técnico, que destacou o número de gols tomados. "Se não me falha a memória, todos os oitos jogos que fizemos tomamos dois gols. Estamos falhando, estamos errando. Não são somente os dois zagueiros que marcam, estamos errando no todo. Aí termina acontecendo isso".

Agora o Santa Cruz enfrentará o ABC, em Natal, no próximo dia 9 de setembro. Com um bom tempo para trabalhar, Givanildo disse que o momento para a pausa no calendário pode não ter sido o ideal pela situação vivida pelo time. "Momento certo para mim no futebol era estarmos entre os quatro primeiros nesses dias. Claro, você perde a cabeça, tem dificuldades com treino e tudo. Não é desespero, mas você não pode ficar numa situação dessa se não vai ser rebaixado", concluiu.

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