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Campanha do TJPE, Alepe e Governo do Estado incentiva adoções tardias

Em 2016, Pernambuco apareceu entre os quatro estados brasileiros com maior número de adoções de crianças e adolescentes

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Publicado em 28/11/2017 às 14:35
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Mesmo figurando entre os quatro estados da Federação com maior número de adoções de crianças e adolescentes em 2016, a campanha a "Adote - adotar é saber deixar alguém te amar" lançada nesta terça-feira (28), traz um olhar diferente para um tema tão delicado para centenas de jovens sem um lar, que moram em abrigos aqui em Pernambuco.

Nas peças publicitárias de TV, rádio, jornal e nas mídias sociais o Tribunal de Justiça de Pernambuco em parceria com Assembleia Legislativa e Governo do Estado, querem dar um novo olhar para esse mesmo assunto: os pretendentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção é quem querem ser adotados por uma das 324 crianças na lista de espera.

O desembargador Luiz Carlos Figueiredo, coordenador da Infância e Juventude, espera que o mote adotar é saber deixar alguém a te amar sensibilize principalmente as adoções consideradas tardias, aquelas de jovens acima dos 3 anos de idade e que representam 50% a menos de chance de encontrar um lar.

Além de estimular a adoção a campanha também quer promover o apadrinhamento dessas crianças e adolescentes que não são adotadas fiquem sujeitas a privações de laços afetivos e convida pessoas a proporcionarem este acolhimento.

O governador Paulo Câmara vestiu a camisa da campanha na cerimônia de lançamento no Palácio da Justiça em apoio a vida de pernambucanos privados de um lar.

Crescimento de adoções é bom, mas precisa ser mantido

Apesar do Estado apresentar um crescimento 73% no número de jovens com adoção tardia nos anos de 2015 e 2016, é necessário manter todos os esforços de melhorar o número de 103 adoções conseguidos, como explica o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Leopoldo Raposo.

Os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro:

Para mais informações sobre a campanha e processo de adoção os interessados devem procurar a vara da infância mais próxima do domicílio ou acessar o site www.tjpe.jus.br.

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