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Caso Beatriz: dois anos de angústia

Criança foi morta na escola em que o pai dava aulas. Imagens melhoradas digitalmente do rosto do suspeito de assassinar Beatriz serão divulgadas neste domingo

Rádio Jornal
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Publicado em 10/12/2017 às 8:56
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Ato realizado em Petrolina, no sertão pernambucano, na manhã deste domingo, pediu por justiça para o assassinato que até agora segue sem solução. Uma caminhada com ciclistas e pedestres organizada pela família de Beatriz reuniu cerca de 400 pessoas, que, mesmo debaixo de chuva, foram clamar por ações do poder público.

O caso pode ter uma reviravolta neste domingo, por conta da divulgação das imagens da central de vigilância do colégio onde Beatriz foi assassinada que foram melhoradas pelo Projac/Rede Globo. “Eu acredito agora, que o rosto dele em rede nacional as pessoas consigam nos ajudar de alguma forma.

"O melhoramento da imagem foi feito agora, tenho uma grande expectativa que fique mais visível e as pessoas consigam identificar e nos ajudar", declara Lucinha Mota, mãe da vítima. Familiares também pedem prisão de funcionário suspeito de apagar imagens do sistema de gravação da escola.

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Confira a reportagem completa do repórter Jean Brito:

Saiba Mais

O crime aconteceu no dia 10 de dezembro de 2015, a menina de 7 anos estava com a família na formatura de ensino médio da irmã mais velha. No meio da cerimônia, Beatriz Mota foi tomar água e desapareceu. Minutos depois foi encontrada morta com 42 facadas em uma sala desativada ao lado da quadra do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.

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