FREQUÊNCIA 2.0

Não é o público. Tem que conquistar Boninho, diz ex-BBB Tati Pink


O Frequência 2.0 especial entrevistou os pernambucanos Tati Pink (BBB 5) e Daniel Rolim (BBB 11). Eles contam tudo dos bastidores do programa

Rádio Jornal
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Publicado em 30/01/2018 às 10:38
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Para o bem ou para o mal, poucos programas de TV da história repercutem tanto quanto o “Big Brother”. E na semana da estreia da 18ª edição brasileira, o “Frequência 2.0” fez uma viagem no universo do reality show mais polêmico do Brasil. Os ex-participantes Tati Pink (edição 5) e Daniel Rolim (edição 11) foram os entrevistados da noite. Você acompanha o programa na íntegra no áudio abaixo.

Participante da edição de maior repercussão no país, o “Big Brother Brasil 5”, a pernambucana Tatiane, conhecida como Tati Pink, disse que sempre quis participar do programa: “Tentei me inscrever quatro vezes. Era um sonho, por isso insisti tanto tempo”, relembra. Pink ficou em quinto lugar no programa que foi conquistado por Jean Willys e teve Grazi Massafera como vice-campeã. “Não consegui manter contato com ninguém. Quando eu saí da casa, já achei que as pessoas não eram as mesmas”, revela Pink, hoje dona de dois salões de beleza no Recife.

Já Daniel Rolim lembra que conseguiu entrar no programa na primeira tentativa dele, em 2011, e diz que tudo foi muito rápido: “Eu nem percebi nada. Entrei achando que estava falando com o pessoal da produção, mas já eram os brothers”, se diverte. Ele afirma que mantém amizade com todos da edição dele, incluindo a campeã Maria Melilo. “Um ninho de cobras, mas adoro todos eles”, destaca Daniel, que ficou em terceiro lugar na competição.

A espiadinha pelo lado de quem participou

Para Tati Pink, a cada edição existe com clareza o perfil do vencedor e que quem conquista a direção / edição do programa, leva a melhor: “Sempre disse depois que participei que você não tem que ganhar o público primeiro. Tem que ganhar o diretor, que é Boninho”, conta a sister.

Grávida do terceiro filho, Pink queria ter participado do programa com Daniel, que entrou no reality seis anos depois: “Daria uma dupla sensacional, dividiríamos o prêmio”, afirma. Os dois ex-participantes são gratos ao legado deixado pelo programa na vida de cada um: “Só por causa do BBB eu trabalhei no Rio de Janeiro, onde conheci meu marido”, disse Pink. Daniel disse que a melhor sensação do mundo foi sair da casa se sentindo amado por todo mundo.

Ainda sobre os ex-colegas de confinamento, Pink lembra que chegou a trabalhar com Jean (hoje deputado federal pelo PSOL-RJ) em uma rádio, mas que o ritmo de trabalho os separou. “Ele foi esperto e levantou a bandeira LGBT na hora certa. Tinha que ser o vencedor”, conta.

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Os dois ex-BBBs destacam o estereótipo em torno da participação no programa. “Os atores não gostavam, ficavam com olhares tortos com os ex-BBBs, a Grazi Massafera mesmo reclamava”, lembrou Pink.

Apesar de saudosos, os dois pernambucanos não voltariam para uma nova edição do Big Brother. “Se eu tivesse saído um dia antes da final teria morrido. A melhor vitória é o reconhecimento”, celebra Daniel. Eles relembram do carinho e da importância de Pedro Bial, que comandou as 16 primeiras edições do programa. Sobre as últimas versões, alfinetadas: “Os valores mudaram muito, a edição 17 foi vencida por uma garota super egoísta”, reclama Tati Pink sobre Emily Araújo, vencedora do “BBB 17”.

Debate + sexo e astrologia

Na edição especial BBB o quadro “Mistura Massa” virou um debate que contou com a participação do jornalista Robson Gomes, do Jornal do Commercio, sobre os momentos mais icônicos do reality show. Direto de Portugal, o jornalista Pedro Souza contou a história do “Big Brother” em terras lusas.

Na coluna “Sexo e relacionamento”, a sexóloga Silvana Melo explica o significado do voyeurismo. No quadro “Astros e Estrelas”, a astróloga Angela Brainner revela o que tem de mito na convivência entre os signos. O “Frequência 2.0” vai ao todas as sextas, às 23h, com reprise nos domingos, às 21h


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