Política

STF precisa de decisões mais firmes em seus processos, declara jurista


A respeito das votações dos processos presididos pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal

Rádio Jornal
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Publicado em 06/02/2018 às 17:40
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Nesta terça-feira (6), o debate da Super Manhã tratou das pesquisas eleitorais e possíveis cenários político que o cidadão irá encontrar este ano. Quando perguntado sobre os recursos solicitado pelos julgados nos tribunais federais que levam até o STF, o jurista Francisco Queiroz usou como exemplo o caso de Lula, e afirmou que processos deste tipo não deviam ser julgadas pelo Supremo. “O Supremo não deve apreciar essa matéria. É necessário dar segurança jurídica ao País”.

Ainda na sua fala, o jurista explica que as decisões monocráticas do STF são complexas e lentas por conta dos próprios ministros. “Parece brincadeira, o ministro Gilmar Mendes, que tinha votado contrário a respeito da última votação do STF, disse que tá pensando em mudar. Aí a ministra Rosa Weber, que já tinha votado a favor, disse que se ele mudar eu mudo contrário. Ou seja parece briga de menino”, declarou Queiroz.

Já o cientista político Carlos Neves afirma que o “lulismo”, fenômeno político em torno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vai continuar existindo independente de Lula ser candidato ou não. “Exige uma rejeição ao Lula muito clara, mas também existe uma anti-rejeição muito grande também”, contou Carlos.

Confira o debate completo:


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