Diversidade sexual, a inclusão de pessoas transexuais nos esportes

Programa aborda a transexualidade no mundo dos esportes e os cuidados necessários com a saúde dos atletas

SAúDE

Rádio Jornal

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Com a polêmica do caso Tiffany em alta, a jogadora do Vôlei Bauru, primeira mulher trans a atuar na Superliga feminina de vôlei. O consultório de Graça abordou, na tarde desta terça-feira (26), a diferença entre pessoas cis e trans além dos aspectos da estrutura corporal e a atuação nos esportes.

De acordo com a médica endocrinologista Ana Carolina Thé, não existe ainda como mensurar as capacidades físicas de atletas e diferenciá-las por conta do sexo. Ainda segundo Ana Carolina, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) não tem um posicionamento a respeito do caso. “Isso é uma coisa questionável, o Comitê Olímpico Internacional (COI) não entende dessa forma” completou a médica.

A endocrinologista também mencionou a diferença também entre atletas cis, aquelas que se identifica com o próprio sexo, usando o caso do nadador americano Michael Phelps. “Por exemplo, Michael Phelps, que é um excelente nadador. Ele é superior por ter geneticamente braços mais longos, ele se destaca dentro do esporte como muito melhor que os outros. Então por que uma mulher trans seria tão difente de uma mulher cis, se ela tem os níveis hormonais semelhantes ou até inferiores? ” Questionou Ana.

Ouça o consultório completo:

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