A pré-candidata a presidente Valéria Monteiro (PMN) declarou nesta sexta-feira (18) que vai seguir na corrida presidencial, que quer debater o Brasil e que chegou para mudar: “Vim para causar uma disruptura”, disse durante entrevista a Geraldo Freire, na Rádio Jornal. Acompanhe na íntegra.
Do jornalismo para a política
Jornalista e primeira mulher a apresentar o “Jornal Nacional”, em 1992, Valéria disse que o jornalismo tem muita sinergia com a política e que queria “ser útil de alguma maneira” ao país. “Política é única ferramenta de transformação. Nós temos que fazer grandes debates”, declarou.
[09:50, 18/5/2018] Rafael Souza: Pré-candidata por um partido pequeno e com poucos recursos, Valéria Monteiro vai lançar uma plataforma de arrecadação com doações de eleitores, a popular “vaquinha”. “Se você não tem dinheiro, não faz política. As minhas vaquinhas são com teto de 100 reais. Não quero causar no povo brasileiro uma sensação de desespero. Já está todo mundo desesperado no fim do mês”, disse.
Liderando o que chama de Caravana da Coragem, a presidenciável se posiciona quase que “totalmente contra as privatizações”, disse que está aprendendo a fazer campanha e alfinetou o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL): “Quer combater a violência, mas nunca elaborou nenhum projeto em 30 anos no Congresso”, disparou.