Em entrevista a Geraldo Freire, no Passando a Limpo desta terça-feira (29), o secretário de Planejamento e Gestão do Governo do Estado, Márcio Stefani, falou que a maior preocupação neste momento é o gás de cozinha de botijão, cuja falta afeta famílias e restaurantes. A Geraldo, ele disse que a expectativa é que na tarde desta terça o gestão já tenha uma solução para o problema. Falta gás de cozinha nas distribuidoras e o botijão, segundo ouvintes da Rádio Jornal, pode ser visto sendo comercializado a R$ 200.
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Para o secretário, a crise nasceu em Brasília, com o presidente Michel Temer, que não deu atenção devida ao ofício enviado há seis meses pelos caminhoneiros. "O presidente convocou de forma antidemocrática os secretários de fazenda, sem falar com nenhum governador eleito, para se deslocar de seus estados para Brasília para renunciar à receita (ao ICMS) que é do povo, sem isso nunca ter estado na pauta de nenhum caminhoneiro", afirmou.
Prejuízo
A crise no abastecimento de combustível já gerou R$ 1,2 bilhão de prejuízo para a economia pernambucana e mais de R$ 265 milhões deixaram de ser arrecadados para o Estado.