paralisação

Crise no abastecimento: PCR põe fim a gabinete de emergência

De acordo com panorama dos envolvidos no gabinete de emergência nenhum serviço foi afetado

Mayra Milenna Gomes
Mayra Milenna Gomes
Publicado em 01/06/2018 às 13:49
Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR
FOTO: Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Nos últimos 10 dias, diversas secretarias mantiveram ações permanentes de acompanhamento sobre os desdobramentos da greve dos caminhoneiros no Recife. O trabalho coordenado pelo prefeito Geraldo Julio teve como objetivo manter serviços essenciais à população, como por exemplo a coleta de lixo que recolheu das ruas 3 mil toneladas de lixo por dia.

Na reunião realizada na manhã desta sexta-feira (1), todos os envolvidos no gabinete de emergência apresentaram o panorama de intervenções na cidade e, de acordo com o prefeito, nenhum serviço foi afetado. A normalidade no atendimento da prefeitura se deu pelo pela necessidade de acompanhar o abastecimento na cidade. Foram contabilizados, até o início da manhã, a saída do Porto de Suape de 500 caminhões com botijões de gás de cozinha e 1500 de combustíveis.

Ouça informações com Kimberly Nery:

Vistorias

As vistorias em locais de vendas destes produtos demandaram muitas fiscalizações do Procon - Recife. O órgão visitou 205 estabelecimento com objetivo de coibir a cobrança abusiva no valor de produtos, o que é proibido pela código de defesa do consumidor. Desses, 36 receberam a recomendação de se adequarem e sete autuações foram contabilizadas. Entre elas está o posto de combustíveis do Pina, na Zona Sul do Recife, com multa aplicada no valor de R$ 500 mil reais pela cobrança de R$ 8,99 no litro da gasolina.

Após a reunião, o gabinete de emergência foi desfeito e o monitoramento da crise fica sob responsabilidade do Governo do Estado.