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eleições 2018

Diziam que eu ia sofrer impeachment, olha o que aconteceu, diz Marina

Pré-candidata a presidente disse que para um novo Brasil é preciso acabar com o "presidencialismo de degradação", que privilegia a troca de favores

 
Marina Silva
Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem

A pré-candidata Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, esteve nos estúdios da Rádio Jornal nesta sexta-feira (14). Em entrevista ao Passando a Limpo, com Geraldo Freire, ela disse que para um novo Brasil é preciso acabar com o "presidencialismo de degradação", que privilegia a troca de favores. Para isso, pretende não ter preconceitos com partidos na hora de escolher os componentes de seu governo. "Nós vamos governar com os melhores. Existe gente boa na academia, nos movimentos sociais, nos empresários. Esse é o momento de unir o Brasil", garantiu. 

Marina coloca a responsabilidade de mudar o Brasil para o brasileiro. "Só a sociedade brasileira pode fazer essa mudança. Se eu for eleita ela já estará fazendo". Sobre o programa de governo, outrora criticado por privilegiar a sustentabilidade, ela falou que abrange um plano nacional de segurança pública, contenção de gastos públicos, transporte. "Desenvolvimento sustentável não é só meio ambiente. Ser sustentável é ter economia que cresce para não ter o desemprego que temos. Na infraestrutura, é não depender de um único modal para quando tiver uma greve de caminhoneiro não acontecer o que aconteceu. No ponto de vista do financiamento, é ter uma linha de crédito para a dona de casa que quer empreender". 

Ouça entrevista completa:

 

Coitadinha

Em relação à última campanha presidencial, a candidata lembrou que os concorrentes tripudiavam de sua estrutura nas eleições e diziam que, caso fosse eleita, acabaria sofrendo um impeachment. "Olha só o que aconteceu". Quanto à fama de coitadinha, foi taxativa. "Eu não sou coitadinha coisa nenhuma. Sou uma mulher alfabetizada aos 16 anos, que teve cinco malárias, três hepatites e duas leishmanioses", afirma. 


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