SÃO JOÃO

Fogueira: Consumidores devem ficar atentos à procedência da madeira


Tradição de fazer fogueiras é forte durante os festejos juninos em Pernambuco, mas é preciso saber a origem da madeira

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 20/06/2018 às 9:29
Rafael Carneiro/ Rádio Jornal
FOTO: Rafael Carneiro/ Rádio Jornal
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Acender fogueiras é uma tradição que permanece forte, mesmo na Região Metropolitana do Recife, com a proximidade do São João. Mas os consumidores devem ficar atentos à procedência da madeira. Se ela possui documento de origem florestal em que o comprador tem o direito de exigir.

A venda de madeira descartadas em podas feitas pela prefeitura ou de qualidade exótica, como algaroba, mangueira, jaqueira, jambolão, castanhola e sombreiro podem ser negociadas livremente.

Quem for pego vendendo, transportando e comprando madeira de origem proibida por ser multado em R$ 300 pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH).

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro:

Comerciante empolgado

Quem comercializa lenha para preparar as fogueiras se prepara para receber uma grande procura. No bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife, o vendedor José Marcos Lima tem madeira pronta para o cliente.

Segundo ele, tem consumidores de vários lugares e os preços oferecidos estão 50 para as madeiras mais finas e 60 para os troncos mais grossos. “Eu espero atender umas 40 pessoas, que é a mercadoria que eu tenho”, disse. “Essa madeira é que a prefeitura poda e eu vou buscar”, explicou.


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