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Caio Magri anuncia movimento empresarial de combate à corrupção


Diretor-presidente do Instituto Ethos estreou, nesta quinta (26), a coluna Responsabilidade Social, na Rádio Jornal

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Publicado em 26/07/2018 às 18:16
Instituto Ethos/Divulgação
FOTO: Instituto Ethos/Divulgação
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O sociólogo e diretor-presidente do Instituto Ethos, Caio Magri, estreou nesta quinta-feira (26), no programa Radar, da Rádio Jornal, a coluna Responsabilidade Social. Magri atua como conselheiro de diversas instituições, como a Transparência Pública e Combate à Corrupção, da Controladoria Geral da União (CGU), o Pró-ética, o Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG) e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

O colunista destacou, nesta primeira participação, a importância de abrir um diálogo permanente sobre "o que é melhor para o Brasil". "Caminhos coletivos onde o papel das empresas se revele como um papel protagonista em transformações, essa é a nossa missão", esclareceu Magri.

Sobre as principais conquistas do Instituto Ethos, Magri lembra que, em 2000, foi criada a primeira ferramenta que as empresas podem utilizar para avaliar e quantificar a sua responsabilidade social. "Nós trouxemos os indicadores Ethos, com uma base científica e objetiva, com critérios que possam ajudar as empresas a olhar para dentro e planejar uma ação que as leve para o campo da responsabilidade social", detalha.

EMPRESAS NO COMBATE À CORRUPÇÃO

Magri adianta que o Instituto Ethos vai lançar, em São Paulo, na próxima terça-feira (31), o Movimento Empresarial pela Integridade, Transparência e Combate à Corrupção. "Se as empresas não forem um vetor de melhoria, transparência e integridade no ambiente de negócios no Brasil e nas relações público-privadas, nós não vamos avançar no combate à corrupção", defende.

O sociólogo explica que, na prática, o Movimento vai agregar um conjunto de compromissos que as empresas têm de implementar dentro do seu espaço de atuação, além de demandar políticas públicas dirigidas aos candidatos, ao congresso e ao governo federal. "Nós ainda não temos uma regulamentação muito clara e objetiva que garanta a segurança jurídica dos acordos de leniência", exemplifica.

Ouça, na íntegra, a coluna Responsabilidade Social:


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