ALDEIA

Preso por morte de empresário estava com aparência mudada


O idoso Adalberto Ferreira da Silva, de 67 anos, é suspeito de matar o empresário Leonardo Spinelli em uma briga de trânsito, em Aldeia

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 02/07/2018 às 15:45
Divulgação/ Polícia Federal
FOTO: Divulgação/ Polícia Federal
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Já está no Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, o comerciante Adalberto Ferreira da Silva, de 67 anos, suspeito de assassinar o empresário Leonardo Henrique Buarque Spinelli, na frente da família, na estrada de Aldeia, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, no dia 28 de outubro do ano passado. Adalberto estava com uma aparência bem diferente da imagem que foi veiculada até pelo Disque Denúncia.

O aposentado, que estava foragido desde novembro do ano passado, foi localizado na tarde desta quarta-feira (1º), em Maceió, Alagoas, onde estava morando.

Para efetuar a prisão, a Polícia Federal de Pernambuco contou com a ajuda operacional da Polícia Federal de Alagoas e da Polícia Militar do local.

Esta era a aparência de Adalberto na época do crime
Esta era a aparência de Adalberto na época do crime
Reprodução/ TV Jornal

Segundo o chefe de comunicação da PF, Giovane Santoro, o idoso estava com uma aparência diferente, mas a carteira de identidade continuava a mesma. “O que deu para perceber foi que ele não ficava em locais físicos (...) e a aparência física dele estava realmente muito mudada”, disse.

Confira os detalhes na reportagem de Bruna Oliveira:

De acordo com a Polícia Federal, Adalberto atirou no empresário Leonardo Henrique Buarque Spinelli, de 34 anos, durante uma discussão de trânsito na PE-27, em Aldeia, Camaragibe. Na época do crime, o comerciante disse que fez o disparo em legítima defesa, o que a família da vítima não acredita que tenha acontecido.

Prisão relembra a dor

A viúva de Leonardo Spinelli, Alexandra Cruz, diz que apesar do sentimento de justiça o vazio é enorme.

No caminho para Pernambuco com os policiais federais, Adalberto Ferreira da Silva não comentou sobre o assassinato, nem sobre a vida em Maceió. Agora, a Polícia Civil investiga se alguém estava ajudando o comerciante a viver foragido em Alagoas.


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