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Bia Machado, Juliana Mota e Nataly Barreto

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ABUSO SEXUAL

Vítima diz que homem filmado se masturbando em público não se intimidou com a câmera

Vídeos estão sendo compartilhados nas redes sociais do homem se masturbando em público no Cabo e outras mulheres já o reconheceram pelas imagens

O agressor ainda não foi identificado e as vítimas cobram agilidade no reconhecimento
O agressor ainda não foi identificado e as vítimas cobram agilidade no reconhecimento
Reprodução/ Redes Sociais

Mulheres cobram da polícia a imediata prisão do homem filmado se masturbando na rua no Centro do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. Os vídeos estão sendo compartilhados nas redes sociais e novas denúncias surgem contra o homem, que ainda não foi identificado.

Num deles, o suspeito estava numa parada de ônibus com uma das mãos dentro da bermuda bem perto de uma jovem. Em outra gravação feita com celular, o mesmo homem se masturba em frente a um estabelecimento comercial. Uma das vítimas que prestou queixa, falou que não foi possível puxar a ficha criminal do suspeito na delegacia. 

Enquanto isso, uma estudante de enfermagem de 19 anos, não identificada, que gravou o vídeo do homem se masturbando na parada de ônibus contou que o agressor tentou puxar assunto com ela antes de iniciar o ato. "Ele começou, botou a mão dentro da roupa e começou a se masturbar e gemendo, olhando pra mim, na maior cara de pau. Fingi que não estava vendo e ainda comecei a filmar na hora", disse. Ouça:  

Uma comerciante de 21 anos também filmou o homem se masturbando em via pública. A jovem de 21 anos, que também terá a identidade preservada, afirmou que ele não se sentiu intimidado por ser filmado e ainda retorna ao local para se insinuar para novas vítimas:

Um dos vídeos mostra o agressor se masturbando em uma parada de ônibus: 

Pena 

A Delegacia do Cabo de Santo Agostinho já deu início às investigações para identificar o autor da importunação ofensiva ao pudor. Porém, de acordo com as leis atuais, a punição é de pagamento de multa ou prisão entre três meses a um ano.

Na Câmara, em Brasília, os deputados federais aprovaram recentemente um projeto que aumenta a pena.


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