ONG avalia condições de encarceramento de população LGBT

Segundo a ONG GTP+, a falta de atendimento jurídico e a precariedade na saúde dos detentos tornam a situação ainda mais vulnerável

LEVANTAMENTO
ONG avalia condições de encarceramento de população LGBT

Segundo o coordenador do projeto, Lucas Enoque, a falta de atendimento jurídico e a precariedade na saúde preocupam - Foto: Foto: Juliana Oliveira

A organização Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo  (GTP+) avaliou mais de 100 dententos da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros (LGBT). O grupo atua  no cambate e prevenção à AIDS. O levantamento avaliou faixa etária, cor, formação escolar, crime praticado entre outras questões.

A repórter Juliana Oliveira traz os detalhes sobre o trabalho da ONG:

 

Levantamento

O GTP+ entrevistou 115 pessoas e quase todos se reconheceram como parte de população LGBT. A maioria dos encarcerados estão entre 18 e 29 anos. Têm como característiva física a cor negra e social a baixa escolaridade. Dentre os crimes que motivaram a prisão deles, estão o tráfico de drogas. Além de ter comercializado, boa parte também consome os entorpecentes.

COMENTÁRIOS

Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.