TRAGÉDIA

Acidente da Tamarineira: Um ano após deixar hospital, recuperação de sobrevivente emociona


O pai de Marcela Guimarães, de 6 anos, o também sobrevivente do trágico acidente da Tamarineira, Miguel Filho, postou uma foto da garota sorrindo

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 02/02/2019 às 15:24
Reprodução/ Instagram
FOTO: Reprodução/ Instagram
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O sobrevivente do trágico acidente da Tamarineira, Miguel Filho Motta Silveira, divulgou em seu Instagram uma foto da menina Marcela Guimarães da Motta Silveira, de 6 anos, que também sobreviveu à colisão que deixou três pessoas mortas em 26 de novembro de 2017.

Na foto, a garota aparece sorrindo e tem o semblante melhor do que nos últimos registrados divulgados pelo seu pai. “Que o nosso bom Deus continue a trabalhar nesse grande Milagre! Marcelinha cada dia mais ‘presente’. Obrigado pelas orações”, escreveu o advogado na publicação.

No fim do ano passado, um ano após a tragédia que matou sua esposa e o seu filho, Miguel Filho concedeu entrevista à TV Jornal contando como tem sido suportar as perdas e se manter forte para cuidar da filha.

Veja a publicação

Relembre o caso

O jovem João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, que na época do acidente tinha 25 anos, dirigia a 108 km/h um Ford Fusion, que atingiu o Toyota RAV4, conduzido a 30 km/h pelo advogado Miguel Arruda. No acidente, morreram a mulher do advogado, Maria Emília Guimarães, 39 anos; seu filho Miguel Arruda da Motta Silveira Neto, 3; e a babá grávida de três meses Roseane Maria de Brito, 23. A menina Marcela, à época com 5 anos, e o pai sobreviveram.

O laudo pericial constatando as velocidades faz parte do inquérito que foi remetido ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Na conclusão do inquérito policial, o delegado Paulo Jean, responsável pelas investigações, encaminhou o resultado ao Ministério Público e indiciou o motorista por triplo homicídio doloso, pois ele assumiu o risco de matar ao beber e dirigir em alta velocidade, e por lesão corporal dupla grave.

Marcela recebeu alta hospitalar dois meses após o acidente e continuou o seu tratamento médico em casa. João Victor teve pedido de prisão domiciliar negado pelo Ministério Público de Pernambuco e segue preso no Cotel, em Abreu e Lima.


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