Cesta básica do Recife tem elevação de 2,43%, aponta Dieese

Ainda segundo o Dieese, em janeiro, o custo da cesta básica comprometeu 37,99% do salário mínimo líquido dos pernambucanos

CONSUMIDOR
Cesta básica do Recife tem elevação de 2,43%, aponta Dieese

O custo da cesta em janeiro comprometeu 37,99% do salário mínimo líquido dos pernambucanos - Foto: Agência Brasil

O preço da cesta básica subiu em nove capitais brasileiras e caiu em outras nove no primeiro mês deste ano. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).  

Em janeiro de 2019, o custo da cesta básica do Recife apresentou elevação de 2,43%. O aumento na capital pernambucana foi de R$ 8,28: passou de R$ 340,57 para R$ 348,85. A pesquisa revelou que nove dos doze itens analisados ficaram mais caros, com destaque para o feijão, banana, açúcar e arroz. A técnica do Dieese, Milena Prado, revela quais produtos elevaram o preço da cesta básica em Pernambuco.

Milena Prado explica ainda que o trabalhador gasta mais de um salário mínimo em gastos com alimentação.

Segundo o Dieese, o custo da cesta no mês em estudo comprometeu 37,99% do salário mínimo líquido dos pernambucanos só com alimentação. A média nacional deste mesmo indicador foi de 43,52%.

Valores

O Dieese afirma que o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 3.928,73. A capital brasileira com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 467,65), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 460,46) e por Porto Alegre (R$ 441,65). Os menores valores médios foram observados em Recife (R$ 348,85) e Natal (R$ 351,83). 

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