Homem que já foi mascote de clube pernambucano é preso suspeito de estupro de vulnerável

O estupro teria sido cometido no fim de 2018, e a vítima tem nove anos

CRIME SEXUAL
Homem que já foi mascote de clube pernambucano é preso suspeito de estupro de vulnerável

Anderson é suspeito de ter cometido outro estupro há oito anos - Foto: Divulgação/ TV Jornal

Um homem que já atuou como mascote do Sport foi preso, nessa quarta-feira (20), em Itamaracá, no Grande Recife, acusado de estuprar uma menina de 9 anos. Anderson Joaquim da Silva, de 38 anos, é suspeito de cometer dois estupros contra crianças na cidade de Camaragibe e foi levado pela Polícia Civil para o Cotel, em Abreu e Lima.

O mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal de Camaragibe é referente a apenas uma denúncia, que seria o crime cometido no fim de 2018. A queixa foi prestada pela mãe da vítima, que tem nove anos. A outra investigação em andamento contra Anderson trata de um caso ocorrido há oito anos, quando a vítima em questão tinha seis anos e era vizinha do suspeito.

Por meio de nota o Sport esclareceu que Anderson "prestou serviço ao Clube entre os anos de 2008 e 2014, período em que foi contratado para atuar como o mascote Léo. Há cinco anos, portanto, não possui mais nenhum vínculo com esta instituição".

Ele estava foragido da polícia desde o início deste ano. Ele saiu de Camaragibe e se escondeu em Itamaracá.

O crime de estupro de vulnerável é tipificado em casos de conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos e a pena prevista é de oito a 15 anos de prisão.

Nota de repúdio

O Sport Club emitiu um comunicado oficial onde "reitera sua posição, de ser contra qualquer tipo de violência". Atualmente o mascote é interpretado por Pablo Carreira Almeida, e não há mais qualquer ligação de Anderson com o time.

"Em se tratando de um símbolo do Sport Club do Recife, adorado principalmente por crianças, o Clube manifesta sua indignação por ter a imagem desse personagem associada a esse triste episódio", pontua o clube.

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