CRIME

Polícia investiga se ossada em Paudalho é de comerciante sequestrada

A comerciante desapareceu em 13 de fevereiro deste ano, na cidade de Paudalho, Mata Norte do Estado

Arlene Carvalho
Arlene Carvalho
Publicado em 04/04/2019 às 9:52
Reprodução/TV Jornal
FOTO: Reprodução/TV Jornal
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A Polícia Civil de Pernambuco investiga se uma ossada encontrada em Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, é da comerciante Jussara Maria da Silva Pereira, de 37 anos, sequestrada e torturada por traficantes. Já se passaram mais 40 dias e até agora ela não foi encontrada.

Jussara apareceu em um vídeo nas redes sociais, onde está amarrada e é ameaçada pelos sequestradores. A polícia afirma que a área onde a ossada foi encontrada é bem parecida com as imagens.

A ossada foi achada nas terras do Engenho Camurim na noite dessa quarta-feira (3), após uma denúncia de populares. A polícia também trabalha com a suspeita de que ela seja de um jovem que está desaparecido há 15 dias.

Confira os detalhes na matéria de Adulccio Lucena:

Marido preso

O marido da comerciante, sequestrada no dia 13 de fevereiro, no município de Paudalho, na Zona da Mata Sul, foi preso, na tarde do último sábado (22), no município de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com a polícia, Marcos Rafael Pereira, 37, foi preso suspeito de ter ‘tomado’ um carro de assalto na localidade onde foi preso.

Durante a ação, o suspeito tentou fugir, mas acabou caindo com o carro roubado dentro de um matagal.

Relembre o caso

Jussara Maria da Silva Pereira, de 37 anos, teve a casa invadida por quatro homens, na zona rural de Paudalho, em 13 de fevereiro, de 2019, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, os criminosos chegaram em um Jeep Renegade preto.

A polícia prendeu dois suspeitos de participar do sequestro de Jussara. Eles foram detidos na cidade de Barreiros, na noite da última quinta-feira (14), e foram levados para a Delegacia de Tamandaré, onde estão sendo ouvidos pelo delegado Marcos Guimarães, na manhã da última sexta-feira (15).

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