OPERAÇÃO

Dono da Ecomariner movimentava dinheiro sonegado em contas de empresas


A suspeita da polícia é de que o grupo teria sonegado mais de R$ 65 milhões em cinco anos

Pedro Guilhermino Alves Neto
Pedro Guilhermino Alves Neto
Publicado em 10/05/2019 às 14:05
Reprodução/TV Jornal
FOTO: Reprodução/TV Jornal
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A Polícia Civil apresentou detalhes que levaram às prisões dos envolvidos na Operação Mar Aberto, que foi deflagrada na última quinta-feira (9) e resultou na prisão do dono da empresa Ecomariner, José Pinteiro Junior, o DJ Jopin, e familiares que teria movimentado mais de R$ 300 milhões, sendo R$ 65 milhões sonegados.

A delegada Priscila Von Sohsten, responsável pela investigação, falou sobre a operação do grupo. “Esse dinheiro percorria as contas bancárias das empresas, porque o dono da empresa, não tem conta bancária em seu nome, então ele utilizava as contas bancárias das empresas para poder fazer a movimentação do dinheiro”, afirmou.

Confira os detalhes na matéria de Leo Baltar:

Entenda o caso

Todos os noves envolvidos foram presos nesta quinta-feira (9). Eles são suspeitos de participar de um esquema de sonegação de impostos. De acordo com a polícia, o grupo desvio R$ 65 milhões nos últimos cinco anos. Os policiais apreenderam 34 carros de luxo, quatro embarcações, relógios, dinheiros em espécie, inclusive moedas estrangeiras e pastas com documentos, além de quatro imóveis da família terem sido bloqueados.


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