DENÚNCIA DE ESTUPRO

Mais uma advogada de Najila Trindade deixa caso contra Neymar


Najila Trindade Mendes de Souza acusa o atacante Neymar de estupro

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 06/06/2019 às 16:31
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A segunda advogada que assumiu o caso da modelo Najila Trindade Mendes de Souza, na acusação de estupro contra o atacante Neymar, informou nesta quinta-feira (6) não estar mais representando a cliente. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a defesa da modelo agora será constituída por um novo advogado: Danilo Garcia de Andrade, que foi convidado pela antiga advogada, Yasmin Pastore Abdalla.

Antes de Yasmin virar advogada de Najila, ela foi representada por José Edgar Bueno, o primeiro advogado que também deixou o caso.

Invasão

Na manhã desta quinta-feira, Yasmin Pastore Abdalla relatou, em uma entrevista ao site SPN, que o apartamento da ex-cliente foi invadido durante a madrugada. Ainda segundo Abdalla, após o ocorrido, a modelo cogitava a possibilidade de mudar a data do depoimento às autoridades, marcado para acontecer na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, Zona Sul de São Paulo, nesta quinta-feira (6).

Denúncia

Na última sexta-feira (31), Najila Trindade Mendes de Souza procurou a 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, na Zona Sul de São Paulo, alegando ter sido estuprada por Neymar no dia 15 de Maio, em um hotel de luxo em Paris, na França.

No Boletim de Ocorrência, a vítima relatou que conheceu o jogador pelo Instagram e, após trocas de mensagens, foi convidada por Neymar para ir até Paris para um encontro. Segundo a modelo, um assessor do atacante, que a moça chamou de "Gallo", entrou em contato e passou os dados da passagem aérea e de hospedagem em Paris.

O B.O. indica que a mulher viajou em 14 de maio e, no dia seguinte, chegou à capital francesa, se hospedando no hotel Sofitel Paris Arc Du Triomphe. Ela contou que Neymar chegou por volta de 20 horas no hotel, aparentemente embriagado, e após conversarem e trocarem carícias, o jogador se tornou agressivo e "mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima".

A mulher deixou a França no dia 17 de maio e explicou que, por estar abalada emocionalmente, não quis registrar o B.O. em outro país e optou por fazer em São Paulo, onde vive.

Veja a entrevista completa:


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