SOLIDARIEDADE

Após incêndio, ação arrecada verba para ajudar farmácia escola da UFPE


A farmácia escola da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi atingida por um incêndio no dia 11 de maio deste ano

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 03/07/2019 às 16:07
Divulgação/ UFPE
FOTO: Divulgação/ UFPE
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No último dia 11 de maio, a farmácia escola da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi atingida por um incêndio. O fogo destruiu 70% da estrutura. Por iniciativa da Associação Farmacêutica de Pernambuco (AFP) e Federação Pernambucana de Futebol (FPF), a Arena Pernambuco receberá no próximo dia 20 de julho uma partida beneficente para arrecadar fundos para o restabelecimento da unidade.

A Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade (FECDA) atua na perspectiva de ensino, pesquisa e extensão da UFPE e sua paralisação coloca em risco a produtividade e a prestação de serviço à comunidade. Fundada em 1999, a Farmácia mantinha uma média de 300 atendimentos diários e fazia cerca de 50 mil formulações por ano.

O jogo

A partida do próximo dia 20 será disputada entre a Seleção Master de Pernambuco e um time formado pelos farmacêuticos e estudantes do curso de Farmácia da UFPE. O ingresso custa R$ 10 e o jogo começa às 15h. Quem comparecer à Arena Pernambuco ainda estará concorrendo a um sorteio de três camisas autografadas: uma do Náutico, outra do Santa Cruz e uma última do Sport.

Para curtir o sábado (20) na Arena Pernambuco e, ao mesmo tempo, ser solidário à Farmácia Escola, basta comprar os ingressos de forma antecipada no site do evento. Antes da partida também haverá bilhetes disponíveis para serem obtidos no local.

O professor do Departamento de Farmácia da UFPE e coordenador da FECDA, Davi Santana, lembra que a unidade foi criada em uma perspectiva pioneira no estado. “Ela nasceu para atender as exigências do Ministério da Educação e, ao mesmo tempo, para suprir uma lacuna no ensino farmacêutico em Pernambuco. O curso de Farmácia é o mais antigo da área da saúde no nosso estado, ele tem 115 anos de existência. Até 1999 não havia uma unidade escola com padrão técnico e didático, que refletisse na prática e em tempo real, a realidade do mercado de trabalho à espera dos egressos na área de manipulação e dispensação de medicamentos”, ressalta.


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