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Presidente do PSL explica expulsão de Alexandre Frota do partido


Luciano Bivar disse que Frota foi punido pelas agressões que fez aos colegas parlamentares e filiados ao PSL

Priscila Miranda
Priscila Miranda
Publicado em 14/08/2019 às 10:27
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Em entrevista ao programa Passando a Limpo desta quarta-feira (14), o deputado federal e presidente nacional do Partido Social Liberal (PSL), Luciano Bivar, explicou a expulsão do deputado federal Alexandre Frota. Segundo Bivar, Frota vinha agredindo o governo e os colegas parlamentares e, por isso, a situação ficou insustentável dentro da sigla.

“Infelizmente a gente não tinha como seguir. Várias vezes falei que ele estava comprometendo, e compromete muito a mim, que sou o presidente do partido e sou muito cobrado. Ele dizia que estava tudo bom, mas quando chegava no plenário, agia diferente. Em cima disso, aconteceu de abrir uma instrução no processo interno sobre o código de ética, e resultou no julgamento ontem, por unanimidade dos presentes, optamos pela desfiliação do Frota”. E complementou: “Não há porque o Frota vir denegrir a imagem do presidente, fazer uma avaliação bisonha do governo e ficar realmente impune. Não poderia jamais”, explicou.

Bivar também fez uma comparação com a Idade Média para defender uma possível indicação de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, à embaixada do Brasil nos Estados Unidos.

“Na idade média, o rei Francisco pegou a filha dele, Catarina, e mandou para Inglaterra para casar com o Henrique 8º, como um sinal de proximidade, de intercâmbio e de comércio. O envio de um embaixador, constitucionalmente, não precisa passar pela escolha do Itamaraty. Então é uma prova real que a gente precisa ter um relacionamento com o Estados Unidos bilateral muito bom. Nada impede que tenhamos também outros relacionamentos bilaterais com outras nações”, disse.

Ouça a entrevista na íntegra:


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