Fiscalização

Mais de mil brinquedos são recolhidos pelo Procon em loja do Recife

O Procon-PE reforça as fiscalizações com a proximidade do Dia das Crianças

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 09/10/2019 às 16:11
<em>Reprodução/TV Jornal</em>
FOTO: Reprodução/TV Jornal
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Mais de mil brinquedos que apresentavam irregularidades foram recolhidos pelo Procon-PE na Rua das Calçadas, bairro de Santo Antônio, área central do Recife. O órgão informou que os serviços de fiscalização tiveram início nesta quarta-feira (9) e segue nos próximos dias da semana. O Dia das Crianças é comemorado neste sábado (12).

Nas prateleiras da loja os fiscais recolheram quatro cavalinhos com cabo de madeira, 225 quebra cabeças sem selo do Inmetro e 971 quadros mágicos, que estão com selo, mas com as informações escritas em inglês.

Acidentes com brinquedos

Com o objetivo de facilitar as compras durante a semana das crianças, o Procon Recife em parceria com o Ipem, realiza fiscalização em lojas para orientar sobre os cuidados na hora da compra e da venda de brinquedos da garotada. Segundo as pesquisas, os acidentes envolvendo crianças e brinquedos nos últimos meses aumenta mais de 20% no país.

Como evitar os acidente

Ao comprar o presente a criança, é preciso considerar a idade, o interesse e a habilidade. Prefira brinquedos educativos, verifique o mecanismo de funcionamento, todo produto deve trazer informações adequadas, claras e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, origem, composição, preço e garantia.

Selo

Após as compras, observe nas embalagens dos produtos o selo de certificação Inmetro, a descrição exata dos itens inseridos na embalagem (incluindo pilha ou bateria) identificação do fabricante (nome, CNPJ, endereço), dados do importador (caso o brinquedo seja importado), eventuais riscos que possam apresentar à criança, a faixa etária ou idade a que se destina deve estar colocada na face frontal da embalagem, as instruções de uso e de montagem.

Cuidados

É preciso ter muito cuidado ao comprar brinquedos de vendedores ambulantes. Na maioria dos casos, os produtos são falsificações. Embora sejam mais baratos, eles não possuem selo de certificação e podem apresentar riscos à saúde da criança.

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