Após longa espera, duplicação da Ponte do Janga é entregue

A requalificação da Ponte do Janga teve início em janeiro de 2016 e a previsão inicial era de que fosse concluída em 2017

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Após longa espera, duplicação da Ponte do Janga é entregue

Obra demorou quase quatro anos para ficar pronta - Foto: Arnaldo Carvalho/JC Imagem

Após quase quatro anos de espera, a duplicação da ponte do Janga, na Avenida Cláudio José Gueiros Leite, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, foi oficialmente inaugurada nesta sexta-feira (13). A requalificação teve início em janeiro de 2016 e a previsão era de que fosse entregue no ano seguinte, mas a obra não foi finalizada. Em 2018, mais um atraso e a promessa de entrega foi estendida para maio de 2019.

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Inauguração contou com a presença do governador Paulo Câmara 
Felipe Ribeiro/JC Imagem

Após os adiamentos, ponte do Janga foi finalmente entregue. De acordo com a Prefeitura do Paulista, houve demora no repasse da verba do Governo do Estado e isso terminou prejudicando o andamento das obras.

Em outubro deste ano, os próprios moradores e motoristas do Janga resolveram retirar as placas de sinalização para usar a nova ponte.

Ciclistas e pedestres se queixam 

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Obra demorou quase quatro anos para ficar pronta
Felipe Ribeiro/JC Imagem

Os pedestres e os ciclistas se queixam que não há uma área reservada para a travessia. Também não há sinalização. “Eu acho que ainda falta uma requalificação melhor, mas eu acredito que vai ser feita”, comentou o morador Celso sobre as queixas de quem precisa atravessar a ponte à pé ou de bicicleta. “Essa obra veio mais do que na hora certa. Até porque essa obra já é esperada há mais de 40 anos. Eu sou do tipo otimista, que é melhor retardar do que não fazer”, completou.

Sobre isso, o Secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos do Paulista, Pedro César, argumentou que os espaço físico do local impediu a instalação de uma ciclofaixa. 

"Na verdade, houve sim a iniciativa de se fazer uma ciclofaixa, contudo é preciso respeitar as normas mínimas do Contran e do Denatran, foi submetido um projeto ao DER, os técnicos do DER negaram a implantação, porque não cabia nas normas. A faixa de meio-fio a meio-fio, a calha da via não cabia a implantação de uma ciclofaixa", explicou.

Sobre a reivindicação dos pedestres, o secretário afirmou que há um estudo para a instalação de câmeras, mais faixas, radares e lombadas eletrônicas, com objetivo de fornecer mais segurança aos transeuntes. "Está sendo feito um estudo, junto com o DER, também tem a opção das câmeras da prefeitura, está sendo, no momento, a pauta, para colocar redutores de velocidade e também mais semáforo ou mais faixa de pedestres. Este é o próximo passo, em conjunto com o DER", finalizou. 

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