SOLIDARIEDADE

Fazer o bem aumenta felicidade e melhora a saúde emocional e mental, diz médico sobre boas ações na pandemia

Aurélio Molina destacou ações solidárias como fatores fundamentais neste momento de crise da Covid-19

Publicado em 13/05/2020 às 9:39
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Em meio à pandemia do novo coronavírus, o médico Aurélio Molina destacou em entrevista à Rádio Jornal nesta quarta-feira (13), que movimentos de solidariedade são armas importantes para aumentar a felicidade e fortalecer a imunidade durante a crise da Covid-19. Em tempos de quarentena, ações solidárias têm unidos amigos e desconhecidos, que se colocam como voluntários para ajudar ao próximo.

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"A ciência prova que fazer o bem aumenta nossa felicidade, melhora nossa saúde emocional e mental. Fazer o bem ajuda a gente ser feliz e ter uma saúde mental melhor. Além disso, também melhora nossa imunidade, tanto nas doenças auto-imune, como também aumenta a imunidade. No contexto que a gente está situado agora, é muito importante estar mais saudável para superar a Covid-19", explicou.

Nesta quarta-feira (13), a Rádio Jornal em parceria com o Instituto JCPM e os demais veículos do Sistema Jornal do Commercio realizam a campanha Atitude Cidadã - Está em nossas mãos, que visa criar uma ponte entre as pessoas que precisam de doação e aquelas que não medem esforços para ajudar o próximo.

"É muito bonito esse movimento que vocês estão fazendo no dia de hoje. A literatura científica mostra basicamente como é bom fazer o bem. Em termos de solidariedade, fazer o bem aumenta o reconhecimento da espécie humana e do outro, mostrando nossa identidade à grande família humana e religando todo esse processo de nossa espécie. Fazer o bem no contexto mundial é um preparo para outros desafios planetários que vamos enfrentar, como as mudanças climáticas e outras pandemias. Nessa questão de fazer o bem, é importante destacar o dia de hoje nessa campanha realizada por vocês”, disse Molina.

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Vacina contra o coronavírus

De acordo com o médico, apesar do grande esforço da comunidade científica, as vacinas só devem começar a ser distribuídas entre o final de 2020 e o início do próximo ano. "Não me recordo de tanto esforço da comunidade científica para conseguir soluções de enfrentamento à Covid-19, tanto em termos de tratamento, quanto em termo de vacina. Acredito que deve chegar no final deste ano ou no início do próximo ano (vacina). O problema é que para ter uma distribuição que atinja todo mundo, demora um pouquinho. Está todo mundo acelerando, muita gente pesquisando, então acho que até o início do próximo ano a gente deve ter uma vacina", avaliou.

Ouça a entrevista na íntegra:

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