Petrobrás aumenta preço médio do gás de cozinha em 5%

A medida que surpreendeu a população já está valendo nesta sexta-feira (24)

AUMENTO
Petrobrás aumenta preço médio do gás de cozinha em 5%

O preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 26,55 por botijão de 13kg. - Foto: Léo Motta/JC Imagem

A Petrobras ajustou em 5% por cento o preço do gás de cozinha, nas refinarias. Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 26,55 por botijão de 13kg. A nova medida já está valendo.

Na região Metropolitana do Recife, nas revendas de gás de cozinha, o preço do botijão, de 13kg, ainda era o mesmo. Os consumidores acordaram nesta sexta-feira (24) sem saber que para cozinhar nos próximos dias, teriam que pagar a mais. Muitos moradores do Grande Recife se surpreenderam com o aumento. A Dona de casa Nacy Frota relatou que o novo preço irá pesar nas contas do final do mês. “Isso é um absurdo, do jeito que as coisas estão, ainda começar com um aumento não têm sentido.”

Mesmo com o aumento já em vigor, tiveram revendas que se prepararam para garantir o estoque e adiar um pouco mais o repasse do aumento para os clientes. Os donos dos locais já prevêem a necessidade de recalcular os valores, já que junto com as distribuidoras, são os responsáveis pelo preço ao consumidor final.

No acumulado do ano, o preço do botijão de 13kg teve uma queda de 4,5%, o equivalente a R$ 1,26.

A petrobras destacou que, desde novembro de 2019, igualou os preços do gás liquefeito de petróleo, o GLP, para os segmentos residencial, industrial e comercial. Com isso, o preço médio da petrobras para as distribuidoras, será equivalente a R$26,55 por botijão de 13kg. para o consumidor final, de R$60 em média, o botijão poderá chegar até R$65 reais.

Ainda de acordo com a empresa, os preços do GLP vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

Para a Petrobras, a igualdade é necessária. Isso porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, como volatilidade do câmbio e dos preços.

Ouça a reportagem de Mônica Ermírio:

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