Hospital do Tricentenário, em Olinda, cria campanha para tentar localizar parentes de pacientes abrigados

Muitos do pacientes são considerados 'moradores' do hospital; o mais antigo está no local desde 2015

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Hospital do Tricentenário, em Olinda, cria campanha para tentar localizar parentes de pacientes abrigados

Hospital doTricentenário, em Olinda - Foto: Divulgação

O Hospital do Tricentenário, em Olinda, iniciou uma campanha nas redes sociais para tentar encontrar os parentes de oito pacientes internados na unidade de saúde. Todos eles estão sem documentos e não lembram de onde são e nem os seus nomes. 

O paciente mais antigo sem informações está no hospital desde 2015, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). 

"Muitos desses pacientes já teriam condições de receber alta e voltar ao convívio familiar. O suporte emocional é importante, já que ele colabora na recuperação dos pacientes", explica a assistente social Arlete Aguiar.

Pacientes abrigados 

Segundo Arlete, os pacientes costumam chegar encaminhados de outros hospitais. O Tricentenário já abrigou 14 pacientes ao mesmo tempo.

Enquanto os pacientes não forem reconhecidos, o hospital continuará dando o suporte a eles, que são considerados 'moradores' do local. 

 A assistente social faz um apelo para que essas pessoas sejam identificadas. "Contamos com a colaboração de todos. Entrem nas redes sociais e divulguem, para quem sabe assim encontrarmos os familiares desses pacientes". 

As imagens dos oito pacientes estão disponíveis nas redes sociais do hospital.

Confira abaixo: 

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . . A paciente foi encontrada na Serra das Russas, em Gravatá, quando foi atropelada e socorrida por um transeunte. Chegou ao Hospital do Tricentenário no dia 14 de novembro de 2018, mas, até o momento, não foi identificado nenhum familiar. Em algumas prováveis retomadas de sua memória, informou que já passou pelo município de Serra Talhada, no Sertão, e que nasceu em Juazeiro do Norte, no Ceará. Mas não é possível ter certeza dessas informações, já que Maria Lia não é orientada.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . O paciente chegou ao HTRI no dia 13 de novembro de 2018, transferido do Hospital da Restauração. Nunca recebeu visitas e não foi identificado pelo Instituto Tavares Buril, através da coleta de digitais. Apauli não lembra se tem família ou onde morou.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . O "morador" em situação mais grave. Chegou ao HTRI no dia 29 de junho de 2020, transferido do Hospital da Restauração. Washington não conta com histórico de visita em nenhum dos dois serviços.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . "" O paciente chegou ao HTRI no dia 28 de maio de 2020, transferido do Hospital da Restauração. Enquanto ainda esteve internado no HR, falou sobre a existência de uma irmã no bairro de Afogados, mas não soube dizer o nome e nem a localidade exata dessa familiar. Até o momento, Lula não recebeu visitas.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . Reginaldo chegou transferido do Hospital da Restauração no dia 31 de março de 2019. Não foi identificado pelo Instituto Tavares Buril, através da coleta de digitais. Nunca recebeu visitas.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . "" O paciente chegou no HTR, transferido do Hospital da Restauração, no dia 14 de julho de 2019. Disse se chamar Luiz e nunca recebeu visitas.

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O Hospital do Tricentenário, em Olinda, acomoda alguns homens e mulheres sem identificação e/ou qualquer contato com seus familiares. São chamados de "moradores", mas, na verdade, muitos já poderiam estar recebendo esse acompanhamento de suas casas, ao lado de seus familiares. Na tentativa de mudar essa realidade e também mudar o futuro desses pacientes, vamos dar início a uma campanha em nossas redes sociais e esperamos contar com o apoio de toda a população para a divulgação dessas histórias, para que , assim, eles voltem a ter esperança. Alguns contam com nomes fictícios, dito por eles em algum momento ou registrados em ata de transferência de outra unidade . O paciente chegou ao HTRI no dia 31 de março de 2019, transferido do Hospital da Restauração. Em entrevista social, realizada no próprio Tricentenário, informou que seu nome é Sandro e que residia em Casa Amarela. Foi realizada uma busca ativa por familiares, identificando que ele possui irmãos naquela região. No início do internamento recebeu a visita de um vizinho, que confirmou seu nome e que de fato ele morava em Casa Amarela, porém, a família nunca compareceu para realizar a identificação.

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