Antonio Lavareda fala do início da propaganda eleitoral e o rumo das eleições 2020

Quadro Corrida Eleitoral foi ao ar nesta terça-feira (13)

CORRIDA ELEITORAL
Antonio Lavareda fala do início da propaganda eleitoral e o rumo das eleições 2020

Segundo Lavareda, a influência da televisão e rádio dos resultados das eleições é extrema. - Foto: Reprodução/Rádio Jornal

Nesta terça-feira (13), no quadro Corrida Eleitoral, do Programa Passando a Limpo da Rádio Jornal, o cientista político Antonio Lavareda conversou com Geraldo Freire, o Comunicador da Maioria, sobre o início da propaganda eleitoral e rumo das eleições municipais de 2020.

“Nós vamos saber se mudou alguma coisa na próxima pesquisa. O Ibope publica uma nova pesquisa agora, nesta quinta-feira (15), daqui a dois dias. Desde que começou o horário de propaganda eleitoral, foram decorridos basicamente seis dias, e isso significa 252 minutos de televisão e rádio traduzidos em comerciais, em mensagens de 30 segundos. É um volume de propaganda muito grande que, em campanhas anteriores, sempre teve como resultado alteração nos números de intenção de votos logos nas primeiras pesquisas após quase uma primeira semana concluída de propaganda”, disse.

Segundo Lavareda, a influência da televisão e rádio dos resultados das eleições é extrema.

“Televisão e rádio são muito importantes em campanhas, há quem diga que esses meios não foram importantes em 2018, mas isso é uma bobagem. O presidente Bolsonaro não tinha muito tempo de propaganda, mas o triste episódio da facada terminou por lhe conferir presença diária e massiva nos noticiários de televisão e de rádio. Então, é verdade, sim, que ele apareceu bastante. Para se ter uma ideia, nas eleições dos Estados Unidos deste ano, os candidatos em geral estão gastando 4,7 bilhões de dólares em televisão e rádio” contou.

Redes Sociais

O cientista ainda falou sobre a participação dos candidatos na internet.

“O uso das redes sociais foi prevalecente antes de iniciar a temporada de televisão e rádio. As redes vão ser para os candidatos que tem pouco tempo de televisão e rádio as principais plataformas de campanha eleitoral porque as movimentações de rua, embora estejam ocorrendo são naturalmente limitadas” afirmou.

Confira o quadro na íntegra:

Veja o vídeo:

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