Protesto

Profissionais de educação protestam pelo pagamento do piso salarial em Pernambuco


Manifestação ocorreu na manhã desta quinta-feira (26); poucas pessoas compareceram

Carol Coimbra
Carol Coimbra
Publicado em 26/11/2020 às 11:48
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FOTO: Reprodução/JC Imagem
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Profissionais da Educação em Pernambuco realizaram um protesto em frente ao Palácio do Campo das Princesas na manhã desta quinta-feira (26). No entanto, poucas pessoas compareceram ao ato. A categoria reivindica ao governo estadual o pagamento do piso salarial e o plano de cargos e carreiras.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), este ano não houve reajuste, foi o que afirmou o presidente do Sintepe, Fernando Melo.
“O Governo do Estado, na prática, está descumprindo a legislação federal que determina que a atualização do piso salarial de professores seja feita a partir de primeiro de janeiro de cada ano. Nós já estamos no final do ano, chegando praticamente em dezembro. Na última semana, o governo enviou um projeto de lei que contempla com a atualização somente as pessoas que estão abaixo do piso. Quando o governo faz isso, ele destrói o plano de carreira”, relatou.

Na semana passada, representantes do Sintepe foram recebidos pelo secretário do gabinete civil e, segundo o presidente do sindicato, até agora não houve retorno por parte do governo.
”Hoje, oito dias depois, o governo ainda não deu essa resposta e enviou um plano excludente, um plano que destrói a carreira do magistério para a Assembleia Legislativa. Então, nós queremos, através de emendas, recuperar todo o prejuízo da categoria para que, dentro da Assembleia, possamos encaminhar uma discussão e valorizar nossa categoria. Já que o plano de carreira é o único instrumento de valorização que temos hoje”, explicou.

O objetivo dos profissionais é paralisar as atividades presenciais e remotas caso não sejam atendidos.

Atualização

Uma comissão foi recebida, há pouco, pelo Secretário Executivo de Articulação e Acompanhamento da Casa Civil, Eduardo Figueiredo.

Ouça a reportagem de Elis Martins:


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