Covid-19: Vacina da Pfizer é a primeira a obter permissão permanente no Brasil

A vacina contra a covid-19 da Pfizer é chamada de Cominarty. O registro definitivo foi confirmado pela Anvisa

SAúDE
Covid-19: Vacina da Pfizer é a primeira a obter permissão permanente no Brasil

Vacina contra a covid-19 - Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com informações da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou, nesta terça-feira (23), um evento online para apresentar detalhes sobre a aprovação definitiva da vacina contra covid-19 desenvolvida pelo laboratório norte-americano Pfizer. Chamada Cominarty, a vacina da Pfizer é a primeira a obter registro definitivo no país, apesar de ainda não estar disponível no mercado.

De acordo com a Anvisa, o registro “abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa concessão”. Até então, as vacinas aprovadas no Brasil são para uso emergencial: a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a vacina produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório inglês AstraZeneca.

O pedido de registro definitivo é o segundo que a Anvisa recebe para uma vacina contra a covid-19. O primeiro foi feito em 29 de janeiro e é relativo à vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, que já tem autorização para uso emergencial no país.

Vacina da Pfizer e BioNTech em grávidas?

A Pfizer e a BioNTech iniciaram um estudo internacional com 4 mil voluntárias para avaliar a segurança e a eficácia de sua vacina contra a covid-19 em mulheres grávidas saudáveis. Mulheres grávidas têm risco maior de desenvolver a covid-19 grave, e muitas autoridades de saúde pública já recomendaram que algumas mulheres em profissões de alto risco tomem vacinas contra o coronavírus mesmo sem provas de que o imunizante é seguro para elas.

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Vacina de Oxford/AstraZeneca

A remessa de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 já está no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) onde irá passar por conferência de temperatura e integridade da carga, receber etiquetas com informações em português e ter amostras encaminhadas para análise de protocolo e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz).

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