Auxílio emergencial 2021: Bolsonaro confirma primeira parcela do benefício para os primeiros dias de abril; veja datas e valores

Após vários adiamentos, finalmente, auxílio deve sair nos próximos dias

AUXíLIO EMERGENCIAL 2021
Auxílio emergencial 2021: Bolsonaro confirma primeira parcela do benefício para os primeiros dias de abril; veja datas e valores

População fez longas filas para receber auxílio emergencial no ano passado - Foto: Welligton Lima/JC Imagem

Após vários adiamentos e um início de ano de muita reclamação por parte de quem recebeu o auxílio emergencial em 2020 e ficou sem o benefício nos primeiros meses de 2021, finalmente, o presidente Jair Bolsonaro disse que a primeira parcela deve ser depositada nos primeiros dias de abril. 

De acordo com Bolsonaro, a primeira parcela deve sair “dia 4 ou 5”. Tecnicamente, caso se confirme esta previsão do presidente, é mais provável que o dinheiro seja depositado no dia 5, uma vez que o dia 4 é um domingo. "Dia 4 ou 5 começa o pagamento de mais quatro parcelas do auxílio emergencial", disse Bolsonaro em uma transmissão nas redes sociais. 

Apesar do valor do benefício neste ano ter sido alvo de críticas de governadores e deputados da oposição, de acordo com o G1, o governo deve mesmo depositar quatro parcelas que variam entre R$ 150 e R$ 375. 

Deve receber R$ 150 quem mora sozinho. O valor de R$ 375 deve ser depositado para mães chefes de família. Outros grupos devem receber R$ 250. 

O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou na Câmara dos Deputados que o valor “está muito distante do ideal”. No ano passado, o governo iniciou os pagamentos depositando parcelas de R$ 600. 

Quem vai receber o auxílio emergencial 2021?

Ainda não está claro quais grupos vão receber o benefício. O que se espera, em função do valor autorizado pelo Congresso para que o governo gaste com o benefício, é que menos pessoas recebam o auxílio emergencial em 2021, em comparação com a quantidade de beneficiários de 2020. No ano passado, foram gastos mais de R$ 200 bilhões. Neste ano, o valor máximo que pode ser usado é R$ 44 bilhões.

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