CRISE FINANCEIRA

Ministro Gilson Machado diz que ‘o mundo não pode perder a Paixão de Cristo’ e promete ajuda


Espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém foi adiado pelo segundo ano consecutivo

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 01/04/2021 às 15:12
Felipe Souto Maior/Divulgação
FOTO: Felipe Souto Maior/Divulgação
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Por conta da pandemia da covid-19 que ainda assola o Brasil e o mundo, o espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, no Agreste de Pernambuco, encara o segundo ano consecutivo de cancelamento da temporada de encenação. Segundo o Blog de Jamildo, até o final da primeira quinzena de abril, o Governo Federal deverá apresentar um plano emergencial para evitar o encerramento das atividades do maior teatro a céu aberto do mundo.

“Precisamos fazer o que for possível ao nosso alcance. O Nordeste não pode perder a Paixão de Cristo. O Brasil não pode perder a Paixão de Cristo. O mundo não pode perder a Paixão de Cristo. A Arte não pode perder a Paixão de Cristo. Amanhã entrarei em contato com a OMT através do seu secretário geral Zurab para viabilizar o que for necessário. O Cristianismo não pode ficar sem a sua mais forte expressão cultural há mais de 50 anos”, informou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

>> Por causa da pandemia, Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, no Agreste, não será realizada pelo 2º ano

>> Paixão de Cristo de 2019 no Marco Zero é transmitida virtualmente, em versão adaptada

Encontro em Brasília

O presidente da Sociedade Teatral de Fazenda Nova, Robinson Pacheco, precisou ir à Brasília nesta quarta-feira (31) para audiências com o Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, o Secretário Mário Frias e o presidente da Embratur, Carlos Brito, com o objetivo de discutir uma alternativa de apoio ao evento que é realizado em Pernambuco há mais de 50 anos no e que já atraiu mais de 4 milhões de visitantes do Brasil e do mundo.

“O Secretário de Cultura, juntamente com Ministro do Turismo, assumiu o compromisso conosco de socorrer a Sociedade Teatral de Fazenda Nova até meados de abril para que possamos superar o momento mais delicado que já vivemos nestes 52 anos de história deste megaevento”, disse Pacheco ao blog, após a reunião.


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