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Vice de Lula? Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, fala sobre a possibilidade para as eleições de 2022

Entre os vários assuntos comentados, Henrique Meirelles revelou que recebeu convites para ser candidato ano que vem

Publicado em 03/09/2021 às 10:40
Agência Brasil
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Em entrevista ao Passando a Limpo, nesta sexta-feira (03), Henrique Meirelles falou sobre as eleições de 2022. Entre os rumores, a possibilidade de uma candidatura como vice de Luiz Inácio Lula da Silva foi levantada. No entanto, o ex-presidente do Banco Central e também ex-ministro da Fazenda afirmou que, no momento, houveram convites de alguns Estados do Brasil para ele concorrer ao senado no próximo período eleitoral do país. Vale lembrar que o político também foi candidato da situação à presidência da República na eleições de 2018.

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''Eu já tinha recebido o convite para ser candidato a senador pelo Rio de Janeiro, por São Paulo, também outros Estados e agora para ser por Goiás. As pesquisas mostram uma possibilidade muito boa e estou pensando seriamente sobre isso. Essa questão da vice-presidência não é algo concreto. Não houve nenhuma conversa direta minha com o ex-presidente Lula e nem com a equipe dele. O que houve de concreto, de fato, é uma candidatura minha como senador por Goiás, que as pesquisas indicam ser uma possibilidade muito boa'', revelou Henrique Meirelles.

Situação econômica do Brasil

Ainda durante a conversa com os jornalistas Wagner Gomes, Maria Luiza Borges e Romoaldo de Souza, Henrique Meirelles falou sobre a retomada econômica durante a pandemia da covid-19, avaliou as estratégias atuais do Governo Federal para o setor da economia e também revelou a visão dele sobre o momento da política nacional.

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''A inflação é um problema grande e desnecessário. O que acontece é que o Brasil deveria estar em uma situação muito melhor. Devido a toda confusão, com o Governo Federal dizendo que vai parcelar as obrigações que tem, tudo isso gera uma preocupação muito grande. Algo que não deveria estar acontecendo. O aumento do preço dos alimentos, por exemplo, é por causa de todo esse tumulto, não só na área fiscal, mas no institucional (Supremo, Congresso e Governo)'', comentou o ex-ministro da Fazenda.

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