Benefício

7 milhões de aposentados do INSS podem ter seus benefícios bloqueados; Saiba o que fazer para evitar


O bloqueio dos pagamentos de aposentadorias do INSS tinha sido suspenso por causa da pandemia, mas foi retomado há dois meses

Karina Costa Albuquerque Karina Costa Albuquerque
Karina Costa Albuquerque
Karina Costa Albuquerque
Publicado em 10/09/2021 às 9:38
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
FOTO: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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O prazo para a realização da "prova de vida" do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para as pessoas que deveriam ter feito em setembro e outubro de 2020 vence ao final do mês de setembro. Quem faria em novembro e dezembro do último ano, terá até outubro deste ano. Já os que deveriam ter realizado em janeiro e fevereiro, terão até novembro, enquanto quem faria em março e abril terá até dezembro.

>> Confira o calendário do INSS para aposentados e pensionistas em setembro

Entrevista

Tire suas dúvidas na entrevista com o advogado previdenciarista, Paulo Perazzo, nesta sexta-feira (10), no Passando a Limpo, na Rádio Jornal:

Bloqueios retomados

Em março de 2020, o bloqueio do pagamento dos benefícios foi suspenso por causa da pandemia. O procedimento foi retomado em julho de 2021. Dois meses depois, 7.3 milhões de brasileiros ainda não regularizaram a situação. Quem não fizer a "prova de vida" terá o benefício cortado.

Como fazer a prova de vida?

O beneficiário pode fazer a prova de vida por reconhecimento facial no computador ou no aplicativo do celular. O cliente que tiver o serviço de reconhecimento biométrico por meio da impressão digital pode fazer o procedimento em um caixa eletrônico. Se não puder sair de casa e não tiver acesso à internet, o telefone é de outra opção, também grátis, pelo número 135. No site do INSS, o aposentado ainda pode agendar uma visita em casa.

>> Saiba como e quando fazer a prova de vida do INSS 2021

O beneficiário pode ainda mandar um representante ao banco sacar o dinheiro. Para isso, precisa de uma procuração pública registrada em cartório. O documento, que era pago, passou a ser gratuito.


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