NÃO É FICÇÃO

Além do filme sobre o caso Richthofen, veja outras produções que relatam crimes brasileiros famosos

Crimes reais e que chocam a opinião pública, muitas vezes, se tornam filmes ou documentários

Atualizada às 16h06
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Publicado em 29/09/2021 às 14:55
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O caso Richthofen inspirou os filmes "A menina que matou os pais" e "O menino que matou meus pais", produções que falam sobre o assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, em 2002, crime que ainda hoje mexe com a opinião pública. Mas outros casos de repercussão nacional também inspiraram outras produções.

Caso Richthofen

Uma estudante jovem, rica e bonita planeja o assassinato dos pais e, para por o plano em prática, conta com a ajuda do namorado e do cunhado. Essa é a história dos filmes "A Menina que Matou os Pais" e "O Menino que Matou Meus Pais", que foram lançados juntos e retratam o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, cometido por Daniel e Cristian Cravinhos a mando da filha do casal, Suzane von Richthofen.

O primeiro longa-metragem retrata a história do ponto de vista dos irmãos, enquanto o segundo mostra a versão de Suzane. Os dois filmes estão disponíveis no Prime Video, plataforma de streaming da Amazon.

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Caso Marcos Kitano ou caso Yoki

Outro crime que chocou a opinião pública foi a morte do empresário nipo-brasileiro Marcos Kitano Matsunaga, em 19 de maio de 2012, que foi assassinado, esquartejado e teve as partes do corpo distribuídas em malas pela esposa, Elize Matsunaga. O então CEO da empresa alimentícia Yoki tinha 42 anos de idade quando foi brutalmente morto.

Em "Elize Matsunaga: Era uma Vez um Crime", da Netflix, Elize falou pela primeira vez sobre o crime que praticou contra o próprio marido.

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O Caso Evandro

Recentemente, um outro caso voltou ao debate da sociedade após o lançamento de uma série documental que conta a história ocorrida nos anos 90: O Caso Evandro. O documentário relata o desaparecimento do garoto Evandro Ramos Caetano, em abril de 1992, na cidade litorânea de Guaratuba, no Paraná. O crime chocou a pequena cidade e deu início a uma investigação cheia de desdobramentos que trouxe à tona até mesmo supostos rituais satânicos.

Inicialmente, a produção teve oito episódios, mas ganhou um episódio extra após uma reviravolta na história graças ao lançamento da série.

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João de Deus

O médium João de Deus, que está preso por abuso sexual após centenas de mulheres o denunciarem, inspirou duas produções. "Em Nome de Deus", série documental disponível no Globoplay, retrata os bastidores da investigação que trouxe à tona os crimes praticados por ele. A produção mostra como foi a investigação comandada pela equipe de jornalismo do programa Conversa com Bial, que partiu do depoimento de dez mulheres e desembocou em mais de 500 acusações, trazendo à tona um esquema criminoso abominável, construído sobre a fé e desespero de suas vítimas.

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Já na série documental "João de Deus - Cura e Crime", da Netflix, a produção mergulha, por meio de entrevistas exclusivas e materiais inéditos, na tenebrosa trajetória do médium, o líder de cirurgias espirituais e dono de um império econômico que se tornou protagonista do maior escândalo de assédio sexual do Brasil.

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Caso Marielle Franco

No dia 14 de março de 2018, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e seu motorista, Anderson, foram assassinados em uma emboscada planejada e executada por milícias. O crime ganhou repercussão mundial e até hoje a família cobra a prisão dos mandantes do assassinato.

Na série documental da Globoplay, a trajetória de Marielle Franco, desde sua origem no Complexo da Maré, passando por seu mandato como vereadora na Câmara do Rio de Janeiro até seu destino fatal, é contata em seis episódios.

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Caso Wallace

A Netflix também produziu um seriado documental que conta a história real do apresentador de televisão Wallace Souza. No final da década de 1990, seu programa policial Canal Livre era líder de audiência ao expor os crimes ocorridos em Manaus, em especial assassinatos, sequestros e operações anti-tráfico. No entanto, as investigações constataram que o apresentador estava ligado a criminosos e ordenava crimes que ele próprio denunciava para aumentar a audiência de seu programa.

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Massacre do Carandiru

Em 1992, uma briga entre detentos do Carandiru, em São Paulo, desencadeou um tumulto generalizado e, após a invasão da Polícia Militar no pavilhão, 111 pessoas presas foram assassinadas.

O médico Dráuzio Varella, que fazia trabalho voluntário no presídio, registrou seus relatos no livro "Estação Carandiru", de 1999. O livro, por sua vez, inspirou o filme "Carandiru" de 2003, que mostra a visão de dentro da prisão e as condições nas quais os prisioneiros viviam.

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