Violência

Jovem é estuprada por policial e mais cinco homens durante festa em Águas Lindas de Goiás


A jovem disse que estava em uma festa dentro de uma casa quando teria sido ameaçada com uma arma e obrigada a entrar no quarto

Suzyanne Freitas
Suzyanne Freitas
Publicado em 11/10/2021 às 16:40
Reprodução/TV Anhanguera
FOTO: Reprodução/TV Anhanguera
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No último sábado (9), uma jovem de 25 anos foi vítima de um estupro coletivo durante uma festa no Setor 1 de Águas Lindas de Goiás (GO). A mulher informou à polícia que foi ameaçada e violentada por seis homens e que um deles estava armado. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada para o hospital. O policial e pelo menos outros dois homens foram presos suspeitos de envolvimento. Segundo informações do G1, um dos detidos é um subtenente do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) do Distrito Federal.

Ajuda

A vítima disse aos populares que a socorreram que estava em uma festa em uma casa no município goiano quando foi ameaçada com uma arma de fogo e obrigada a entrar em um dos quartos da residência. Durante toda a madrugada, a jovem foi abusada sexualmente. Na manhã de sábado, ela teria aproveitado um momento de descuido dos agressores, vestido a camiseta de um dos suspeitos, que era do policial militar e conseguido fugir para pedir ajuda.

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Os policiais militares do Estado de Goiás foram acionados e se deslocaram até o endereço onde supostamente teriam ocorrido os fatos. Os seis homens foram identificados e conduzidos até a 17ª Delegacia Regional de Águas Lindas. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBM-GO) atendeu a jovem e a encaminhou até o Hospital Municipal Bom Jesus. Como consta na ocorrência policial da Polícia Militar (PMGO), os policiais conversaram com a vítima na unidade de saúde após ela ter sido atendida e medicada. Depois, os policiais a levaram até à DP para reconhecimento.

Vítima reconheceu três suspeitos

Na unidade policial, a vítima reconheceu três dos seis suspeitos, incluindo o subtenente da PMDF. O Correio apurou que a arma utilizada para ameaçar a vítima era do policial militar. O armamento foi recolhido pela autoridade de polícia judiciária, pois o mesmo não apresentou o registro e nem o porte de arma. A jovem foi encaminhada ao Instituto de Medicina Legal (IML) para a realização de exames.


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