Polícia

'Tinham um arsenal bélico. Respondemos à altura do risco', diz capitã de operação que matou 25 suspeitos em Varginha

Confronto policial com membros de uma quadrilha do novo cangaço matou 25 criminosos em MG

Com informações do SBT
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Publicado em 31/10/2021 às 15:24
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A capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Layla Brunnela, disse que os policiais "apenas responderam à altura do risco que sofreram", durante a operação que deixou 25 mortos nos arredores de Varginha, na região Sul de Minas Gerais, neste domingo (31). Todos os criminosos eram suspeitos de integrar uma quadrilha do 'novo cangaço'.

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Arsenal bélico

"Eles tinham um arsenal bélico capaz de fazer frente às nossas guarnições e entraram em confronto com os nossos policiais militares, mas tiveram a resposta devida", afirmou Brunnela. "Não vamos comemorar nenhuma morte. Não é essa a intenção da Polícia Militar de Minas Gerais, nem da Polícia Rodoviária Federal, mas sim a ação precisa da nossa inteligência e do nosso trabalho em conjunto", completou.

A troca de tiros também atingiu outros membros do grupo que estavam no local, que sofreram apenas ferimentos leves e foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Varginha e ao pronto-socorro da região.

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Materiais apreendidos

Segundo a capitã, os materiais apreendidos já começaram a ser organizados e abrangem armas de guerra, como fuzis e granadas, munições, miguelitos, galões de gasolina, joalherias e vestimentas especiais, como coletes balísticos, coturnos e roupas camufladas. Todos os armamentos já foram encontrados municiados e em condições de resposta.

Armas prontas para usar

Em relação aos armamentos, todos já se encontravam municiados e em condições de resposta. Entre as armas estavam fuzis, escopeta calibre e explosivos. Os criminosos também possuíam alta quantidade de miguelitos, usado para furar o pneu de viaturas. Galões contendo combustível também foram encontrados no local.

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