MOBILIZAÇÃO

Caminhoneiros ameaçaram greve, mas governo diz que não houve registro de interdição de estradas

Caminhoneiros se articularam para iniciar uma greve nesta segunda-feira (1º)

Da Agência Brasil
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Publicado em 01/11/2021 às 17:15
Reprodução/ Twitter Ministério da Infraestrutura
FOTO: Reprodução/ Twitter Ministério da Infraestrutura
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O Ministério da Infraestrutura informou, por meio do Twitter, que não há registro no momento de qualquer ocorrência de bloqueio parcial ou total em rodovias federais ou pontos logísticos estratégicos devido à mobilização dos caminhoneiros.

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"Durante a madrugada, após a dispersão de manifestantes no acesso ao Porto de Santos (SP), foram registrados atos de vandalismo na rodovia de acesso ao porto. Criminosos lançaram pedras em veículos que transitavam e danificaram um carro guincho da concessionária Ecovias", disse o ministério, na rede social.

 

Segundo a pasta, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez a escolta de cerca de 25 caminhões durante a noite evitando qualquer retenção na via. "Desde o início da manhã, não há mais registros de vandalismo e o trânsito flui sem problemas. O porto opera normalmente", afirmou o ministério no Twitter.

 

No início da manhã, o ministério informou que o número de pontos de concentração dos caminhoneiros havia caído para dois: às margens da BR-116/RJ (Via Dutra), altura da Rodoviária de Barra Mansa; e às margens da BR-153/GO, próximo a Goiânia. Pontos de concentração na BR-116/CE, em Itaitinga, e na BR-101/RJ, em Rio Bonito, já haviam sido dispersados.

A pasta acrescentou que não foi registrada ocorrência em centros de distribuição de combustíveis e que efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em operação nos 26 estados e no Distrito Federal. "São 29 liminares na Justiça contra bloqueio de rodovias, refinarias e portos contemplando 20 estados", disse.

O que querem os caminhoneiros?

Os caminhoneiros reivindicam que além da mudança na política de preços da Petrobras, a categoria também pede a volta da aposentadoria especial, concedida depois de 25 anos de contribuições previdenciárias, e o piso mínimo de frete, que tem sido alvo de ações na Justiça.

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