ECONOMIA

Preço da cesta básica aumentou em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese; em Recife diminuiu

As informações são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos

Da redação, com agência
Da redação, com agência
Publicado em 09/11/2021 às 21:27
Reprodução/TV Jornal
FOTO: Reprodução/TV Jornal
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O preço médio da cesta básica subiu, no mês de outubro, em 16 capitais brasileiras, das 17 pesquisadas. A maior alta foi registrada em Vitória, 6%; seguida por Florianópolis, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Apenas em Recife, houve redução no valor em menos de um por cento. A cesta mais cara no período foi a de Florianópolis, R$ 700, logo depois vem as de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada todos os meses pelo Dieese, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

Ao comparar com outubro de 2020, o preço da cesta subiu em todas as capitais pesquisadas. O maior aumento foi em Brasília, acima de 31%, seguido de Campo Grande, Curitiba e Vitória. O mesmo aconteceu no acumulado do ano. De janeiro a outubro, houve alta em todas as capitais.

NORTE E NORDESTE

Nas regiões Norte e Nordeste, onde o conteúdo da cesta é diferente do restante do país, os menores preços foram encontrados em Aracaju, Recife e Salvador.

E você sabe o que ficou mais caro em outubro? Foi a batata, que teve aumento de 15 % em Brasília e 33 % em Florianópolis. Isso por causa da chuva, que dificultou a colheita. Outro vilão do mês foi o café em pó, que subiu em 16 capitais. O motivo foi a geada somada à seca prolongada. O tomate ficou mais caro em 16 capitais, principalmente em Vitória; e o açúcar aumentou em 15 capitais.

Mas também teve produto que baixou de preço, caso do feijão, em 11 capitais. E a carne bovina, que foi um dos maiores vilões dos últimos meses, teve uma pequena redução no preço, entre 1 e 3%, em nove capitais. O motivo foi a queda na exportação para a China.

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