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Covid-19 em Pernambuco: veja os dados mais atuais da pandemia no Estado


Governo de Pernambuco anunciou novas restrições diante da alta de casos da covid-19

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 11/01/2022 às 16:57
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BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
Procura por testes de covid-19 cresceu nas últimas semanas - FOTO: BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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A pandemia da covid-19 volta a preocupar Pernambuco. Com alta no número de casos, o Governo do Estado anunciou novas restrições para barrar o avanço da doença.

positividade dos testes rápidos de antígeno para a covid-19 nos centros de testagem ficou em 15% na última segunda-feira (10), enquanto no dia 28 de dezembro de 2021 era de apenas 3%.

Nesta terça-feira (11), a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 811 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 20 (2,5%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 791 (97,5%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 650.270 casos confirmados da doença, sendo 55.470 graves e 594.800 leves.

Mortes

Também estão sendo contabilizados oito óbitos, ocorridos entre os dias 01/11/2020 e 08/01/2022. Com isso, o Estado totaliza 20.519 mortes pela Covid-19. 

Ômicron em Pernambuco 

O Governo de Pernambuco confirmou a circulação da variante Ômicron da Covid-19, considerada com um maior potencial de contaminação, o que pode agravar o cenário pelo grande número de pessoas com a vacinação em atraso. 

O secretário estadual de Saúde, André Longo, faz um apelo para que as pessoas completem o esquema vacinal. 

“Nosso grande problema hoje é o grande volume de vulneráveis, o que pode gerar uma onda de hospitalizações muito forte. Volto a dizer: contra a Ômicron, ter apenas uma dose é o mesmo de estar desprotegido. Precisamos de ao menos duas doses, mas ainda temos mais de 500 mil pessoas com esta segunda dose em atraso", destacou o secretário.

Longo também reforçou a importância de tomar a dose de reforço. "Para as pessoas com mais de 55 anos e também as pessoas com doenças pré-existentes, a dose de reforço é crucial para aumentar a proteção e reduzir a chance da pessoa se infectar ou reinfectar. Apesar disso, 40% dos idosos que tomaram as duas primeiras doses ainda precisam tomar esta dose de reforço para ter uma proteção mais robusta contra a variante Ômicron”, disse.

Além da vacinação, a população também precisa ficar atenta a todas as regras sanitárias, como distanciamento social, uso de máscara, higienização das mãos e autoisolamento em caso de sintomas gripais, para evitar novas infecções respiratórias e a sobrecarga na rede de saúde.

“Sei que depois de quase 2 anos de pandemia, muitos estejam cansados, mas o reforço dos cuidados é uma questão de proteção e respeito à vida. A pandemia, infelizmente, ainda não acabou e os próximos dias podem ser muito graves. Por isso, cada atitude vai contar para conseguirmos salvar mais vidas e evitar o colapso da rede de saúde”, disse Longo.

As pessoas que tiveram contato com casos sintomáticos também devem seguir as mesmas regras, com autoisolamento e testagem.

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