CARNAVAL 2022

Vair ter feriado de Carnaval em 2022 na Bahia? Veja definição do governador Rui Costa


Governador da Bahia concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira (27) e falou sobre o feriado do Carnaval 2022

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 27/01/2022 às 15:22
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Manu Dias/GOVBA
Em 2020, a Bahia recebeu 2,3 milhões de visitantes no Carnaval - FOTO: Manu Dias/GOVBA
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O governador da Bahia, Rui Costa, concedeu entrevista coletiva, nesta quinta-feira (27), para falar sobre o feriado do Carnaval 2022 no Estado. A festa está marcada para ocorrer de 26 de fevereiro a 1º de março e já havia sido cancelada na Bahia

Vai ter feriado na Bahia?

De acordo com o anúncio do governador Rui Costa, a Bahia não terá feriado prolongado ou ponto facultativo no Carnaval 2022.

O único dia que terá feriado na Bahia será na terça-feira de Carnaval, que este ano cai no dia 1º de março. Vale lembrar que o Carnaval não é feriado nacional e apenas algumas localidades consideram a data feriado. 

Por conta disso, o governador da Bahia comunicou que não há possibilidade de adiar o feriado do Carnaval para evitar viagens e aglomerações.

"Não tem o que adiar de feriado porque não existe. Nós não vamos tomar nenhuma medida em relação a isso, mas teremos expediente normal no serviço público durante esse período", afirmou.

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Servidor público terá ponto cortado

Rui Costa ainda afirmou que o servidor público que não comparecer no seu posto de trabalho durante o período, vai ter o ponto cortado do pagamento.

Segundo o governado, "dão dias normais de trabalho" e, por isso, que não for trabalhar "tem que esperar seu dia cortado como qualquer outro".

Além disso, as aulas da rede estadual de ensino da Bahia vão acontecer como dias normais.

ATUALIZAÇÃO

O governo de Pernambuco anunciou na última segunda-feira (7) medidas restritivas que limitam a realização da maior parte das festas carnavalescas. É que, de acordo com a determinação, eventos festivos em locais abertos podem ter no máximo 500 pessoas. Antes, a autorização era de, no máximo, 3.000 pessoas. Eventos em locais fechados só podem ter até 300 participantes. Além disso, o governo estadual também cancelou o ponto facultativo durante os dias de carnaval. Leia a nota na íntegra:

"O Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 definiu nesta segunda-feira (7/02) que o limite de pessoas em eventos em Pernambuco será reduzido de três mil para 500 pessoas, em locais abertos e de mil para 300, em locais fechados. A determinação foi motivada pela aceleração do número de casos de coronavírus e da demanda por leitos. As medidas valem a partir da próxima quarta-feira (09/02) e vão até o dia 1° de março.

“Sabemos de todas as repercussões econômicas, sociais e culturais em torno dessa decisão, mas não há condições sanitárias para que seja realizada qualquer tipo de festividade no período de carnaval em Pernambuco. Além disso, reduzimos a capacidade dos eventos de 3 mil para 500 pessoas e não descartamos tomar outras medidas restritivas se o número de casos continuar em crescimento acelerado”, afirmou o governador Paulo Câmara.

Nos eventos acima de 300 pessoas será exigida a apresentação de teste negativo de Covid, além do passaporte vacinal. Para eventos corporativos, não-festivos, o limite será de até 1.500 participantes.

A variante Ômicron da Covid-19 continua em franca aceleração em Pernambuco, impactando no aumento de positividade e, consequentemente, hospitalizações e óbitos, principalmente em não vacinados.

Atualmente, 919 pacientes estão internados com quadros respiratórios graves nos leitos de UTI na rede pública – mesmo patamar de julho do ano passado. Além disso, a média móvel de confirmações diárias de novos óbitos no Estado chegou a 13,2 nesta segunda-feira (07/02) – um aumento de 128% na comparação com a de 14 dias atrás.

“Este cenário de aceleração exponencial da variante Ômicron impõe a adoção de novas medidas restritivas dentro do nosso Plano de Convivência. Por determinação do Governador Paulo Câmara, vamos continuar trabalhando para minimizar os impactos da doença, com a contratação de profissionais de saúde e a abertura de novos leitos. Mas só os esforços do Governo do Estado não serão suficientes para diminuir a circulação viral e superar o vírus. Precisamos, então, do engajamento da sociedade, com o respeito aos protocolos, o reforço nos cuidados e, principalmente, com a vacinação”, destaca o secretário estadual de saúde, André Longo."

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