ELIZA SAMUDIO

Carta psicografada de ELIZA SAMUDIO conta como aconteceu o crime; leia

Através de carta, psicografia de Eliza Samudio revelou aonde está o corpo

Maria Mota
Maria Mota
Publicado em 02/08/2022 às 8:11
REPRODUÇÃO/IBAHIA
Através de carta, psicografia de Eliza Samudio revelou aonde está o corpo - FOTO: REPRODUÇÃO/IBAHIA
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O desaparecimento e assassinato de Eliza Samudio foi um dos casos que mais chocaram o Brasil. Em recente carta psicografada, após 12 anos do crime, Eliza teria dado detalhes acerca do crime.

O documento psicografado foi relatado pela vidente Chaline Grazik, através do YouTube, no último domingo (31/07). De acordo com Grazik, a carta conta detalhes do crime sob a perspectiva de Samudio.

CARTA PSICOGRAFADA DE ELIZA SAMUDIO; LEIA

Confira abaixo a íntegra da carta

"Foi cruel, foi horroroso. Eu tentei pedir socorro, mas ninguém ouviu. Meu pescoço doía tanto. Apertaram-me, até faltar oxigênio no meu cérebro. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo", teria afirmado Eliza. 

"Ficou perto de uma árvore, onde vi tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia, eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo", a carta relata.

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A psicografia segue, ainda, afirmando que a jovem continuou a ser agredida, mesmo após morta. Assim, o corpo poderia ser atirado no rio. 

"Um dava ideia ao outro do que fazer e como fazer para esconder o corpo. Decidiram me lançar em um rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo", finalizou Eliza.

 

RELEMBRE O CASO ELIZA SAMÚDIO

Eliza fala sobre um "homem", que pode ser Luiz Henrique Romão, "Macarrão", ou Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno Fernandes, goleiro. 

O crime ocorreu em 2010 e, pelas investigações, Eliza teria sido morta Marcos Aparecido dos Santos, "Bola", ex-policial. Ele quem teria dado os restos mortais de Eliza para cachorros.


DESFECHO DO CASO

O goleiro Bruno foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão, que cumpre em regime semiaberto. Macarrão cumpre a pena em prisão domiciliar e, Bola, integralmente em regime fechado.

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